Panqueca Salgada Vegetariana

Ingredientes

  • 1 1/2 xícara de Farinha de Trigo Branca;
  • 3 colheres (sopa) de Aveia em flocos finos;
  • 1 colher (chá) de Sal;
  • Orégano a gosto;
  • Salsa desidratada a gosto;
  • 1 colher (sopa) rasa de Bicarbonato de Sódio;
  • 1 colher (sopa) de Óleo;
  • 1 colher (sopa) de Vinagre;
  • 1 1/2 xícara de Água;

Modo de Preparo

  1. Em um recipiente misture a farinha, aveia, sal, orégano e salsa. Acrescente o bicarbonato (não mexa), o vinagre, o óleo e 1 xícara de água.
  2. Raspe as laterais do recipiente e mexa vigorosamente com um batedor até ficar sem grânulos de farinha. Sinta a consistência da massa, ela deve ser leve, de forma que se espalhe facilmente na frigideira. Se for necessário acrescente mais água.
  3. Em uma frigideira antiaderente, espalhe 1 fio de óleo uniformemente, usando um pincel ou mesmo um guardanapo, e leve ao fogo. Para 1 panqueca fina, tipo crepe, separe 1/2 xícara da massa.
  4. Despeje na frigideira aquecida e já vai espalhando a massa para ganhar forma.
  5. Vá soltando a massa pelas laterais até que ela fique solta na frigideira, então vire.
  6. Repita até acabar a massa. Sempre antes de despejar a nova massa passe o mesmo guardanapo ou pincel usado antes para espalhar óleo, não é necessário jogar mais óleo!

Opções de Recheio

Molho de tomate temperado + Cenoura crua + Castanha de Cajú + Champignon + Alface Rúcula + Tomate Seco Abobrinha refogada + Cenoura + Castanha do Pará Berinjela refogada + Azeitona + Tomate Tofu refogado + Espinafre + Alho

Rendimento 6 panquecas grandes.

Em Uberlândia/MG e região ligue agendando sua avaliação com Dr. Vinicius Graton – Nutrição Clínica / Esportiva e Funcional. Ligue (34) 3255-1237 / 3231-8655. Confira nas imagens abaixo:

 

OS PERIGOS DOS TEMPEROS PRONTOS

Temperos prontos apesar de práticos, não têm nada de saudáveis. Entenda o por quê: adicionar um tablete ou uma porção de tempero pronto a sua comidinha caseira pode significar a ingestão de 25% a até 74% da quantidade diária de sódio recomendada para uma dieta saudável (de duas mil calorias). O percentual é resultado de um teste feito com 11 caldos de galinha, quatro temperos prontos de alho e sal, e quatro para aves e peixes, realizado pela Pró Teste – Associação Brasileira de Proteção ao Consumidor, que mostra alta concentração da substância.

Além do excesso de sódio, o teste mostrou alta concentração de glutamato monossódico. Aditivo químico que realça o sabor, o glutamato chegou a ser encontrado em 658 gramas por quilo, enquanto a legislação europeia limita o uso a 10 gramas por quilo.

Isso acontece porque há muito sódio embutido nos alimentos, além do sal que adicionamos à comida. O ideal é optar pelos temperos frescos sempre! A Pró Teste entrou com representação no Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) pedindo a retirada do ar a propaganda do Potinho de Caldo Knorr porque a propaganda é enganosa, já que um produto natural não pode ter realçadores de sabor, espessantes, aromatizantes, acidulantes e corantes, como consta na composição desse caldo.

O excesso do consumo de sódio pode levar o organismo a reter líquidos comprometendo a eliminação de toxinas, disfunção renal, alteração na absorção de nutrientes, cefaléia (dor de cabeça) e alteração da pressão arterial (aumento). Outro grande problema destes produtos é que, na sua composição, ele tem glutamato monossódico (MSG), um famoso realçador de sabor que começou a ser comercializado mundialmente no início de 1900 pela indústria japonesa. Mas hoje em dia é possível encontrar várias evidências científicas de que o consumo contínuo pode causar déficit de atenção e danos cerebrais, pois a excitotoxina (aminoácido presente nesse produto) é excitante de células nervosas o que leva à destruição dessas células estimulando assim o surgimento de doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson. Além disso, o MSG pode até triplicar a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas levando a um estado de pré-diabetes.

As complicações em longo prazo relacionadas ao consumo de glutamato monossódico são obesidade, depressão, enxaquecas crônicas e lesões oculares. Qualquer alimento consumido em excesso pode causar problemas de saúde, mas como o glutamato monossódico pode danificar as suas células, o excesso dele é ainda pior. Da mesma forma que ocorre com os adoçantes artificiais, ele engana o seu cérebro e faz com que você queira mais e mais deste sabor que lhe satisfaz. Ou seja, quanto mais ficarmos longe dos temperos prontos, mais a nossa saúde agradece!

A opção para quem busca uma, é ter uma horta de temperos e ervas em casa. Além de ter “à mão” sempre suas folhas favoritas, você vai ter certeza que é orgânico e que faz bem para o seu corpo, porque é do seu cultivo! Sem contar que cultivar plantas reduz o estresse, então é mais um motivo para fazer uma em sua casa (mini hortas também valem, viu?).

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AZEITE DE OLIVA REDUZ O RISCO DE DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA, DIZ ESTUDO

O estudo incluiu 40.142 indivíduos espanhóis participantes da Investigação Prospectiva Europeia sobre Câncer e Nutrição (estudo EPIC, do inglês, European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition), sem histórico de doenças crônicas, incluido doenças cardiovasculares.

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Os pesquisadores aplicaram um questionário para coletar informações sobre o consumo alimentar habitual ao longo de 12 meses anteriores. Trata-se de um questionário validado que incluiu uma lista de 662 alimentos comuns e receitas de cada região. As porções de cada alimento consumido, incluindo o azeite adicionado às saladas e no cozimento de alimentos, foram quantificadas através de medidas caseiras padronizadas. No recrutamento, foram coletadas informações sobre o peso, altura, circunferência da cintura, fatores sócio-demográficos e de estilo de vida, incluindo nível de escolaridade, o uso de tabaco, consumo de álcool, atividade física e história clínica. Os participantes do estudo foram acompanhados durante 10,4 anos.

Para cada 10 g/dia de azeite oliva consumido houve redução significativa de 7% no risco de DAC. Essa associação inversa foi mais pronunciada em não fumantes (11% de redução do risco de DAC), nos indivíduos que nunca ou pouco consumiram bebida alcoólica (25% de redução do risco de DAC) e em consumidores de azeite virgem (14% de redução do risco de DAC).

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“O azeite de oliva é bem conhecido por suas propriedades cardioprotetoras, no entanto, os dados epidemiológicos que mostravam que o seu consumo reduzia eventos coronarianos ainda eram limitados. Este é o maior estudo de coorte para avaliar a relação entre o consumo de azeite de oliva e incidência de eventos coronarianos, demonstrando redução significativa no risco de DAC a cada 10g/dia de consumo de azeite de oliva”, destacam os autores.

“Nossas descobertas ressaltam a necessidade de preservar o uso culinário do azeite de oliva dentro da tradição da dieta mediterrânea”, concluem.

Buckland G, Travier N, Barricarte A, Ardanaz E, Moreno-Iribas C, Sánchez MJ, et al. Olive oil intake and CHD in the European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition Spanish cohort. Br J Nutr. 2012:1-8.

O QUE DIZEM AS MÃOS – DOENÇAS GRAVES PODEM TER SINTOMAS SIMPLES

Elas estão sempre à vista, em movimento, são essenciais para o dia a dia e dizem até que é possível prever o futuro por meio delas. Quanto ao destino, não se sabe ao certo, mas é fato que quando a saúde está fraca e o corpo precisa de cuidados, as mãos dão sinais claros de que algo não vai bem.

Inchaço, vermelhidão e coceira em excesso parecem triviais, mas devem chamar a atenção se aparecerem juntos a outros sintomas. Confira então esta ilustração com as principais doenças que podem ser identificadas pelas mãos, veja quais são:

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5 SUCOS COM GRANDE EFICIÊNCIA EM PROL DA SAÚDE!

fotolia-51005935-subscription-monthly-mABACAXI + ERVA-DOCE
Benefícios: A popular combinação abacaxi e erva-doce não é apenas refrescante, mas muito eficiente, pois sua ação diurética potencializa a eliminação de impurezas.

Ingredientes
1/2 abacaxi
1/2 bulbo de erva-doce sem as folhas
2 hastes de hortelã
1/2 copo (200 ml) de água


fotolia-68712647-subscription-monthly-m.jpgBETERRABA + MAÇÃ + LIMÃO + CENOURA + GENGIBRE
Benefícios: Vegetais e raízes ricos em fibras ajudam no funcionamento do intestino e o gengibre ajuda na digestão. A principal função deste suco detox é ser fonte de fibras.

Ingredientes
1 beterraba pequena
Suco de ½ limão
1 maçã pequena
1 cenoura pequena
1 fatia de gengibre


fotolia-75846388-subscription-monthly-m.jpgSUCO VERDE
Benefícios: Ajuda a eliminar toxinas do organismo, além de ser rico em ferro – fundamental pra saúde das células do sangue e manutenção das funções musculares. Oferece mais do que a recomendação diária de vitamina K, necessária pra manutenção óssea e coagulação sanguínea.

Ingredientes
2 folhas de couve
1/2 pepino com casca
1/2 talo de aipo
1 maçã verde
Suco de ½ limão
1 colher (chá) de gengibre


fotolia-76505025-subscription-monthly-m-1LARANJA + LIMA + ACEROLA + MORANGO
Benefícios: Suco Imunoestimulante. A acerola, o morango, e as frutas cítricas são fontes de vitamina C, importante pra manutenção do sistema imunológico – ou seja, ótimo pra combater um resfriado.

Ingredientes
Suco de uma laranja
suco de uma lima
6 acerolas
4 morangos


fotolia-71164946-subscription-monthly-mMELANCIA + LIMÃO
Benefícios: O suco é um excelente diurético, antioxidante, digestivo e termogênico. Ainda ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e por ser rico em fibras, contribui para inibir a fome, estimulando a saciedade.

Ingredientes
1/4 melancia
180 ml de água de coco
1 ramo de hortelã
Suco de 1 limão

Dieta para colesterol total e LDL-colesterol elevados

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DR. VINÍCIUS GRATON NUTRICIONISTA ESPECIALISTA EM NUTRIÇÃO CLÍNICA

Atualmente há uma grande preocupação com o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras e colesterol.Embora o consumo de grande quantidade de gorduras seja prejudicial, uma pequena quantidade é necessária para promover o crescimento, manter a temperatura corporal, pele saudável , auxiliar no transporte, absorção e estoque de algumas vitaminas essenciais ao nosso organismo.

Devido ao fato da gordura conter duas vezes mais calorias por grama do que as proteínas e carboidratos, muita gordura na dieta pode contribuir para um ganho de peso. A redução do consumo de gorduras é um dos caminhos mais efetivos para diminuir calorias e ajudar a manter um peso corporal saudável, prevenindo assim prejuízos futuros para a saúde relacionados ao quadro de obesidade. O excesso de ingestão de gorduras , também pode acarretar o aparecimento das dislipidemias (anormalidades do colesterol e frações).

Gorduras ou ácidos graxos:
Existem três tipos de gorduras ou ácidos graxos:

– Gorduras saturadas :
Contribuem para o aumento dos níveis de colesterol total no sangue, mesmo quando são obtidas de fontes vegetais. São encontradas em produtos de origem animal e em alguns óleos vegetais. São usualmente sólidas em temperatura ambientes. Fontes : leite integral, creme de leite, nata, manteiga, queijos feitos com leite integral, gema do ovo, carnes em geral (incluindo frios), óleos de coco, babaçu e azeite de dendê. Seu consumo não deve ultrapassar 10% das calorias diárias.

– Gorduras polinsaturadas:
Podem ajudar na diminuição do colesterol total no sangue , quando consumidas no lugar da gordura saturada. São encontradas em produtos de origem vegetal. São usualmente líquidas em temperatura ambiente. Fontes : óleos de milho, girassol, soja, açafrão e algodão, margarinas cremosas e líquidas, maioneses e temperos cremosos para saladas. Seu consumo não deve ultrapassar 10% das calorias diárias.

  • Observação :
    O termo gordura hidrogenada ou trans significa que uma parte da gordura poliinsaturada foi transformada em gordura saturada para manter-se sólida à temperatura ambiente. Este fato ocorre em gorduras que sofrem um processo de industrialização , visando melhorar o sabor e a consistência dos alimentos. As gorduras trans são muito maléficas e participam da composição de vários produtos industrializados , como sorvetes , bolos , bolachas e biscoitos. As gorduras trans podem aumentar o LDL-colesterol (colestrol “ruim”) e diminuir o HDL-colesterol (colesterol “bom”). A ingesta de gorduras trans não deve representar mais que 1% da ingesta diária de calorias.

– Gorduras monoinsaturadas:
Podem diminuir os níveis de colesterol total no sangue quando substituem as gorduras saturadas da dieta. São encontradas em produtos de origem animal e vegetal. São usualmente líquidas em temperatura ambiente, mas solidificam-se quando resfriadas. Fontes: abacate, azeite de oliva, óleo de canola, óleo de amendoim, e algumas margarinas.

O colesterol :Colesterol é uma substância que é 70 a 80%% produzida pelo próprio organismo , sendo que apenas cerca 20 a 30% provem da alimentação. O colesterol é encontrado em produtos de origem animal. Ele é essencial para a formação de membranas celulares, vitamina D, hormônios e ácidos biliares. Porém, em níveis elevados podem comprometer a saúde do coração devido ao processo de aterosclerose (depósito de gordura ou ateromas na parede das artérias), o qual poderá levar a um infarto do miocárdio (ataque cardíaco). Uma vez o absorvido ou produzido pelo organismo , ele liga-se às gorduras ( principalmente aos triglicérides) e a proteínas, para compor uma estrutura denominada lipoproteína, que será a forma de transporte dessas substâncias na circulação sangüínea. O que denominamos de “colesterol ruim”, nada mais é do que uma lipoproteína de baixa densidade (LDL- colesterol), que transporta gordura e colesterol para as células, podendo com isto favorecer a aterosclerose.

O que denominamos de “colesterol bom” , nada mais é do que uma lipoproteína de alta densidade (HDL- colesterol), a qual transporta a gordura e o colesterol retirando-os dos tecidos para o fígado, de onde podem ser eliminados posteriormente pelas fezes. As principais fontes de colesterol dos alimentos são as carnes, mariscos, ovos (gema), leite integral e seus derivados, vísceras (fígado, rins, etc.). O limite desejável de colesterol sangüíneo para adultos é abaixo de 200mg%. Em uma alimentação equilibrada a quantidade máxima diária de colesterol não deve ultrapassar 300mg% ao dia .

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Alimentação para a redução dos níveis de colesterol:

O colesterol é um dos grandes vilões do coração. Se o seu nível de colesterol está alto, a alimentação certa é a solução mais saudável e eficaz. Vale a pena modificar certos hábitos alimentares. Dicas :
– Reduza ao mínimo possível o total de gorduras da alimentação, diminuindo especialmente o consumo de gordura saturada (presente em alimentos de origem animal, como carne, leite e derivados, além dos ovos) precursoras do colesterol.
– Consuma frutos do mar com moderação.
– Dos ovos, descarte a gema e prefira a clara (agora já existem ovos com quantidade reduzida de colesterol, mas não abuse deles). Leite, só desnatado (se você acha ele aguado, acrescente de 2 a 4 colheres de leite em pó desnatado por xícara).
– Substitua 1 ovo inteiro por 2 claras em suas receitas e evite consumir mais de 2 gemas por semana.
– Evite preparações em que o ovo seja um ingrediente importante , como os quindins, fios- de- ovos, pudins, bolos, etc…
– Evite a manteiga. Faça uso das margarinas, e mesmo assim as lights (halvarinas).
– Evite frituras e prefira carnes com menor quantidade de gordura, como lagarto, peito de frango ou o peru sem pele.
– Nas massas, fuja dos molhos brancos e de queijo. No sanduíche, não use maionese.
– Consuma alimentos ricos em fibras como cereais, grãos, frutas, legumes e leguminosas. As fibras ajudam na redução dos níveis de colesterol.
– Cuidado com o abacate, coco, azeitona e óleo de amendoim, chocolate, milkshakes, frapês, tortas preparadas com creme.
– Se você toma bebida alcoólica, faça com moderação.
– Escolha picolés de frutas ao invés de sorvetes cremosos.
– Faça de 5 a 6 refeições ao dia.
– Uma atividade física aeróbica regular , de pelo menos 30 minutos por dia , pode aumentar a taxa de HDL- colesterol em 4 a 20% , ajudar no controle do peso corporal e a prevenção da hipertensão arterial e do diabete melito , além de aumentar seu bem estar físico pela redução do nível de estresse.

Alimentos que podem entrar na sua dieta (cuidado com as quantidades caso esteja também buscando reduzir o peso):

  • Cereais integrais, pães e biscoitos pobres em gordura, feijão, grão-de-bico, ervilha, lentilha, batata, mandioca, cará, mandioquinha (cozidos ou assados) , couve, quiabo, brócolis, cebola, alho, cenoura, escarola, oleos vegetais: canola, milho, soja, girassol, azeite de oliva; amêndoas e nozes; peixes (em especial o salmão, cavalinha, truta , bacalhau e a sardinha fresca , ricos em ácidos graxos omêga 3) e aves (sempre sem pele); leite e derivados desnatados e magros : iogurte desnatado, diet ou light, queijo branco; frutas (em especial laranja, morango, mamão papaia, manga, damasco fresco)

Como se alimentar fora de casa:

  • Salada: usar temperos à base de óleo vegetal e vinagre.
  • Pão : usar margarina ao invés da manteiga, se desejar.
  • Frango: preferir assado ou grelhado ( sempre retirar a pele).
  • Carne: solicitar a retirada do excesso de gordura antes de prepará-lo.
  • Sanduíches: evitar a maionese e o queijo. Aumente a alface e o tomate.
  • Peixes: optar por filés grelhados ou cozidos.
  • Massas: usar molho de tomate.
  • Pizza: escolher cobertura de vegetais ao invés de queijo ou carne.
  • Batata assada: evitar coberturas tais como manteiga ou creme de leite.
  • Vegetais: comer à vontade, mas sem molhos pesados.
  • Sobremesas: picolé de frutas e frutas frescas são as melhores opções.
  • Chá e café:. usar leite desnatado ou leite vegetal (soja).

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PRESCRIÇÃO: F4T REDUX

Diminuir a ingestão de calorias de maneira saudável e equilibrada, nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos recorrem às famosas dietas radicais, que em um primeiro momento, induzem à perda de peso e em contrapartida podem nos expor a sérios problemas de saúde. Portanto, se somente a dieta não tem sido suficiente para eliminar os quilos extras, que tal recorrer a um aliado para potencializar a perda de peso?

Fat Redux® é um oligossacarídeo cíclico de origem natural, produzido enzimaticamente a partir do amido. Esta fibra não é acessível à flora intestinal humana, consequentemente não conduz a efeitos gastrointestinais secundários (flatulência, dores abdominais), pois é excretada intacta, absorvendo a gordura do alimento.

Além de auxiliar na perda de peso, Fat Redux® atua também na redução dos níveis sanguíneos de glicose, colesterol total e LDL. Pode ser utilizada ainda no tratamento da esteatose hepática e no controle da pressão.

No combate à obesidade e ao sobrepeso, Fat Redux® é capaz de reduzir a absorção de gorduras durante a passagem dos alimentos no organismo, sem a necessidade de dietas radicais e nocivas à saúde.

F4T REDUX® é capaz de absorver gordura em 9 vezes o seu conteúdo:

Um estudo realizado por Gallaher et al. (2007) demonstrou que quando F4T REDUX® é associado a uma dieta rica em gorduras, há um baixo ganho de peso, semelhante à ingestão de dieta de baixo teor de gordura. O contrário ocorreu com o grupo controle, o qual apresentou ganho de peso significativo. Este estudo também mostrou que a gordura dietética extra que foi ligada por F4T REDUX® foi excretada pelas fezes. Baseado no peso não adquirido e na quantidade de gordura na dieta e de F4T REDUX® consumidos, determinou-se que 1g de F4T REDUX® encapsula cerca de nove vezes o seu próprio peso em gordura dietética.

Melhora no Índice Glicêmico e Insulinêmico:

Em uma dieta rica em carboidratos, F4T REDUX® possui função alternativa de regulação dos índices glicêmicos e insulinêmicos. Melhora a sensibilidade à insulina e regula os níveis de glicose no sangue. Além disso, retarda o esvaziamento gástrico e por esse motivo, promove a saciedade.

Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico e por estudos que comprovam a ação dos mesmos, conforme descrito nas referências bibliográficas. Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.

Venda sob prescrição.

ADOÇANTES NATURAIS X ADOÇANTES ARTIFICIAIS

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Nutrição Clínica & Nutrição Esportiva Dr. VInícius Graton (34)3255-1237

Logo quando surgiram no mercado, os adoçantes eram restritos a pessoas com distúrbios orgânicos como o diabetes. Mas, com o passar do tempo, eles ganharam as prateleiras dos mercados e as mesas de uma grande parcela da população. Hoje, além de diabéticos, muitas pessoas que desejam perder peso, ou mesmo substituir o açúcar na alimentação recorrem às várias opções de adoçantes disponíveis. Eles são classificados em dois tipos: adoçantes naturais e adoçantes artificiais ou sintéticos.

ADOÇANTES NATURAIS
Os adoçantes naturais são edulcorantes obtidos a partir de plantas ou alimentos de origem animal e não passam por nenhum tipo de reação química. Eles podem conter calorias, mas sua capacidade de adoçar é muito superior a do açúcar (Sacarose), por isso são ingeridos em menores quantidades. Entre eles, podemos citar a frutose, o sorbitol, o manitol, a lactose, a tagatose, a stévia e o agave azul.

Frutose
Com um poder de adoção 170 vezes maior que o da sacarose, a frutose é encontrada em frutas e também no mel. E como o seu consumo junto às refeições não altera a glicemia, ela pode ser consumida por diabéticos.

Sorbitol
É obtido a partir da redução da Glicose e adoça cerca 50 a 70% mais que a Sacarose.

Manitol
O Manitol é produzido a partir da redução da Frutose e também pode adoçar cerca de 50 a 70% mais que o açúcar comum.

Lactose
A lactose é extraída do leite, é muito utilizada em adoçantes de mesa e é cerca de 15 vezes mais doce que a Sacarose.

Tagatose
É produzida a partir da lactose, geralmente é misturada a outros edulcorantes.

Estevisídeo (Stévia)
O Estevisídeo é extraído de uma planta chamada Stévia Rebaudiana e é cerca de 300 vezes mais doce que a açúcar. O consumo desse adoçante natural não gera nenhum efeito colateral, por isso, o Estevisídeo é o mais recomendado para o consumo.

Agave Azul
Planta suculenta de origem mexicana, o agave azul fornece um adoçante natural e orgânico que apresenta maior poder de dulçor que o açúcar comum.
Rico em açúcares mais nobres, como frutose e dextrose, o agave possui baixo índice glicêmico. A calda de agave pode ser utilizada em qualquer receita de forma natural e saudável, mas não é indicada para diabéticos.

ADOÇANTES ARTIFICIAIS
Os adoçantes artificiais são produzidos a partir de reações químicas desenvolvidas em laboratório. Alguns estudos indicam que o consumo desses adoçantes pode favorecer o desenvolvimento da diabetes tipo 2 e a síndrome metabólica. Entre os adoçantes artificiais estão o ciclamato, a sacarina, a sucralose e o aspartame.

Ciclamato
Apesar do sabor semelhante ao do açúcar, o Ciclamato é cerca de 40 vezes mais doce. A sua fórmula é estável a temperaturas altas e baixas, ou seja, pode ser usado em receitas que vão ao forno ou geladeira, sem perder o dulçor.

Sacarina
A Sacarina é um derivado do petróleo descoberto em 1879. Ela não é metabolizada pelo nosso organismo, por tanto é eliminada sem nenhuma alteração. O seu poder adoçante é 300 vezes maior que o do açúcar comum.

Sucralose
Único adoçante derivado da própria Sacarose, a Sucralose adoça 600 vezes mais que o açúcar comum. Ela pode ser consumida por diabéticos, gestantes e crianças.

Aspartame
O Aspartame é 200 vezes mais doce que a Sacarose, mas é instável a temperaturas acima dos 100°C. Ele é o adoçante mais associado a efeitos colaterais, como reações alérgicas alimentares, dores de cabeça, enxaqueca, diabetes, entre muitos outros. E o seu consumo é contraindicado para pessoas que possuem Fenilcetonúria.

ADOÇANTES JASMINE
Na nossa linha de adoçantes, você encontra somente adoçantes naturais, como o Stevine, feito a base da folha da Stévia, e a Calda de Agave Azul, que é obtida a partir da própria Agave Azul. Além disso, todos os nossos produtos Diet são adoçados com edulcorantes naturais.

ÔMEGA 3 – Alternativa anti-inflamatória e anti-oxidante

As pesquisas indicam que o ômega 3, conhecido cientificamente como ácidos graxos poliinsaturados (AGPW-3), ou simplesmente W-3, quando incorporado à alimentação, torna-se um importante aliado na prevenção de doenças do coração.

Além disso, funciona como alternativa aos medicamentos antiinflamatórios. “O W-3 colabora em 50% na redução de doenças do coração e também auxilia em 40% na redução da inflamação”, afirma o professor Roberto Carlos Burini, chefe do Centro de Metabolismo e Nutrição da Faculdade de Medicina (FM) da UNESP, câmpus de Botucatu.

Estudos realizados com pacientes portadores de retocolite ulcerativa, pênfigo foleáceo – fogo selvagem – e artrite reumatóide, que resultaram em teses defendidas na FM da UNESP, mostraram que os efeitos biológicos do W-3 são caracterizados pela diminuição dos níveis de colesterol e, principalmente, de triglicérides.

Há diminuição da coagulação sangüínea, pela menor adesividade plaquetária e uma melhora no revestimento dos vasos sangüíneos, além da produção de compostos antiinflamatórios.

Esportistas e atletas, que têm o W-3 incorporado à alimentação, obtêm melhor desempenho aeróbico, ou seja, aumento da capacidade de seu organismo absorver oxigênio, porque ele atua na diminuição da viscosidade sangüínea.

Assim, o W-3 colabora para que haja ganhos na distribuição de oxigênio e nutrientes pelos músculos e demais tecidos do corpo. “Ingerindo-se cerca de 4g de W-3 diariamente, por pelo menos três semanas, já é possível obter os efeitos benéficos deste ácido graxo”, explica Burini.

O W-3 é uma espécie de gordura composta de diferentes ácidos graxos, sintetizados por plantas marinhas, os fitoplanctos. É encontrado em óleos vegetais, como a linhaça e a canola, e em peixes marinhos de águas frias e profundas, que se alimentam de fitoplanctos – salmão, sardinha, cavala e truta, esta quando alimentada com o fim de incorporar em sua gordura o W-3. “Cerca de 30g de peixe por dia equivalem a 4g de W-3, uma quantidade que já traz muitos benefícios “, diz o docente Roberto Carlos Burini.

OBESIDADE – FUJA DELA

12269840_1528742014116022_2025307776_nA obesidade é um assunto muito sério. Estamos vivendo uma verdadeira epidemia. Mas porque estamos todos acima do peso? “Há, mas eu sou um gordinho saudável…” Gente, NÃO EXISTE gordinho saudável. E ponto. “Mas doutor, eu não como nada e continuo engordando!” Retirei toda gordura do meu prato e não consigo perder peso!” Pois é, o problema não está na ingestão de gorduras, muito menos proteínas. O grande X está no consumo desenfreado de Carboidratos de péssima qualidade com alto índice e carga glicêmica. Produtos industrializados com farinha refinado e açúcar. Poxa, mas eu não tomo mais refrigerante, apenas suco de caixinha! Frutose é uma péssima alternativa, como já expliquei diversas vezes. Como vocês podem reparar na foto, o esqueleto SOFRE pacas, levando a um desgaste das articulações de carga terminando em Próteses de joelho, estabilização de coluna lombar,…. Mas o problema não se restringe a isso, a gordura libera citocinas (células) inflamatórias, provocando a tão indesejada inflamação subclinica. Aumenta assim a estatística para ✔️doença coronariana, Diabetes, AVC (acidente vascular cerebral), câncer,… Procure ajuda de um médico atualizado, de um nutricionista funcional e um educador físico de boa formação.

Texto: Dr. Bruno Pitanga Silvares – Médico CRM 6443/ES – Instagram: @drbrunopitanga
Adaptação: Dr. Vinícius Graton – Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica. CRN99877/MG – Instagram @gratonutri

COMO ESCOLHER O MELHOR PÃO INTEGRAL?

Chegar ao supermercado e escolher um pão de forma virou um desafio. A variedade de opções é infinita, parece aumentar a cada dia e, para dificultar ainda mais a tarefa, a maioria vem acompanhada de promessas dos melhores benefícios para o corpo. Mas, de fato, como saber qual é o mais saudável? A resposta está em prestar atenção no rótulo e lembrar de uma regra básica: o primeiro item na lista de ingredientes é sempre o que está em maior quantidade na composição. O princípio é essencial para saber diferenciar os pães integrais, já que, muitas vezes, apesar de terem tal nomenclatura, eles possuem farinha branca (ou de trigo refinada) no topo – ou seja, não são, de fato, integrais.

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O grande problema da farinha branca é que ela é pobre em fibras, então é bom evitar pães que a tenham como base, bem como aquelas versões doces e com muita gordura – que os especialistas estão sempre frisando que fazem mal à saúde, principalmente se consumidos em excesso.

Em função disso, mesmo ressaltando que a indicação de um tipo específico é bem individualizada, em geral, o integral é sempre a melhor opção. Ele é mais rico em fibras, o que aumenta a saciedade e não permite picos de glicose, diferentemente do pão branco. Também é rico em vitamina E, que possui uma importante ação antioxidante.

Mas a gente sabe que existem muitos tipos de pães integrais atualmente. Vamos então as dicas especiais que vão diminuir seus minutos em frente às prateleiras na escolha do pãozinho magro e nutritivo. Tarefa básica antes de ir ao supermercado:

Multigrãos: os grãos têm o objetivo de aumentar a quantidade de fibras do alimento, quanto mais grãos, mais fibras, porém é preciso cuidar a quantidade de cada um deles nos componentes. Às vezes, um pão de 12 grãos tem menos fibras que um de sete grãos, pois, apesar de uma variedade menor, estão presente em quantidade maior. Lembre-se, é preciso cuidar a lista de ingredientes.

Pão preto: normalmente, é feito com farinha integral e açúcar mascavo ou caramelizado (que dá a cor mais escura) e, em função disso, o alerta geral na hora de consumi-lo fica para pessoas diabéticas.

Pão de centeio: a grande vantagem é que a fibra presente em sua composição é insolúvel. Além de ajudar no funcionamento do intestino, ela rapidamente proporciona uma sensação de saciedade.

Pão com linhaça: rica em ômega 3, a linhaça possui ação antioxidante e está diretamente ligada ao equilíbrio hormonal feminino. Também tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças cardiovasculares.

Pão com aveia: ela é rica em proteínas, vitaminas, amidos complexos e fibras e seu farelo possui alto teor de ß-glucanas, que podem ajudar a diminuir o colesterol.

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AS MELHORES BRINCADEIRAS PARA SEU FILHO

As melhores brincadeiras para estimular o desenvolvimento do seu filho por idade! Rolar, sentar, andar, correr, pular… Ao longo dos primeiros anos de vida, a criança desenvolve diversas habilidades motoras, adquiridas cada uma a seu tempo. Para ajudar seu filho nessa jornada, deixe a ansiedade de lado e aprenda a estimulá-lo em cada fase – mas sem exageros!

Até 3 meses!
É nesse período que a criança vai aprender a sustentar a cabeça. Então, ajude-a a fortalecer os músculos do pescoço. os braços e as pernas ainda ficam muito flexionados, como no útero. A dica é estendê-los suavemente para alongá-los.

Brinque: coloque-a de bruços sobre a cama ou outra superfície segura e chame sua atenção comumobjeto sonoro, como o chocalho, fazendo-a levantar o rosto. Fora do campo de visão do bebê, bata palmas para que ele tente localizar de onde vem o som virando a cabeça.

Dos 3 aos 6 meses
O tronco já está começando a se firmar. coloque a criança sentada em seu colo e também na cama, com um apoio nas costas. Isso a ajudará a desenvolver a musculatura da região. Deite o bebê de barriga para cima e cruze suas pernas, incentivando-o a rolar sobre si mesmo.

Brinque: crie um tapete de texturas. Deixe seu filho de bruços na cama e espalhe objetos com diferentes toques próximos a ele para explorar o tato, que já está mais sensível nessa fase. Vale também pendurar móbiles no berço.

Dos 6 aos 9 meses
A mãos estão mais fortes e a criança consegue segurar objetos grandes. estimule-a a transferi-los de uma mão para a outra. Lembre-se de que ela está na fase oral e tudo é levado até a boca. Por isso, escolha brinquedos grandes, macios, não cortantes, laváveis e que não soltem pedaços. Algumas crianças já começam a ficar de pé nessa fase. Desça o estrado do berço para evitar acidentes.

Brinque: tire seu filho da cadeirinha e coloque-o no chão, dando espaço para que possa se arrastar e engatinhar. Não se esqueça de tampar tomadas e tirar do alcance o que possa ser puxado, como a toalha de mesa. Faça o jogo do “um pouquinho mais longe”. Distribua objetos a uma certa distância, começando mais próximo, incentivando seu filho a engatinhar até eles. Cada vez que ele conseguir alcançá-los, faça festa e afaste-os um pouco mais.

Dos 9 meses a 1 ano
A criança começa a adquirir o movimento de pinça, pegando objetos com os dedos polegar e indicador. Ofereça tampinhas ou bolas de papel para aprimorar a preensão, sempre sob supervisão, pois são pequenas e podem ser engolidas. Nessa fase, você já pode ajudá-la a ficar de pé sustentando-a pelas mãos.

Brinque: bata palmas e dê tchau para que ele imite você. Se não conseguir, ensine-o segurando as mãos dele.

De 1 ano a 1 ano e 6 meses
Nessa fase, seu filho vai conseguir andar sozinho. ajude-o a trabalhar o equilíbrio oferecendo brinquedos que possam ser puxados ou empurrados, como um carrinho amarrado a um barbante. a criança já tem capacidade para utilizar papel e giz de cera grosso atóxico. ensine-a como fazer rabiscos na folha, estimulando a coordenação motora.

Brinque: disponibilize caixas de diferentes tamanhos e peça que seu filho coloque umas dentro das outras. Isso ajuda a desenvolver a compreensão.

De 1 ano e 6 meses a 2 anos
Já com um pouco mais de desenvoltura e habilidade, permita que ele folheie revistas velhas, rasgue-as e amasse as páginas, é uma ótima maneira de estimular a coordenação motora das mãos. Fale os nomes das partes do corpo e peça que vá apontando, uma por uma, para despertar a consciência corporal e treinar o controle do indicador estendido quando os outros dedos estão abaixados.

Brinque: nessa fase, toda criança – menino ou menina – adora brincar com bola. Estimule seu filho a chutar e fazer gol para trabalhar a agilidade das pernas.

De 2 a 3 anos
Seu filho já consegue correr, então leve-o para um parque e incentive-o a brincar de pega-pega, dar pulos e ficar apoiado em um pé só, o que desenvolve o equilíbrio. Também já é possível permitir que ele mesmo lave o corpo durante o banho, o que desenvolve a coordenação, como quando faz movimentos de sobe e desce com o sabonete. Para promover o senso de direção e fortalecer a musculatura das pernas, outra boa opção é o triciclo.

Brinque: monte um ateliê para brincarem com argila, massa de modelar e tinta guache. Brincar de artista ajuda a controlar a força na ponta dos dedos e o movimento do punho e das mãos.

De 3 a 4 anos
Chegou a hora em que seu filho se move independentemente pela casa: sobe e desce escadas alternando os pés, pula obstáculos e desvia de móveis. Ajude-o a empilhar de 6 a 8 objetos, estimulando o controle neuromotor.

Brinque: desafie-o a desenhar formas geométricas, começando pelo círculo. Assim ele pratica a coordenação motora fina, responsável pelos movimentos mais delicados e precisos do corpo.

De 4 a 5 anos
Cada vez mais seu filho é capaz de realizar tarefas que exigem controle preciso do corpo. A mão, por exemplo, tem firmeza para segurar o lápis e habilidade para desenhar um homem com três partes – cabeça, tronco e pernas. Habitue-o a organizar os próprios pertences e a ajudar nas tarefas da casa. Além de desenvolver o senso de responsabilidade, essa rotina exercita a coordenação motora, como ao dobrar peças de roupa ou guardar objetos na gaveta.

Brinque: desafie seu filho a andar nas pontas dos pés e a imitar os animais utilizando todo o corpo: rastejando, se for uma cobra; saltando agachado, se for um sapo, etc.

De 5 a 6 anos
A criança já demonstra boa habilidade motora, mas ainda não tem noção de perigo. Nessa fase irá manusear a tesoura, por isso alerte-a sobre os cuidados necessários para não se cortar. Os reflexos estão mais rápidos e permitem à criança defender ou agarrar a bola com as duas mãos, sem deixá-la escapar.

Brinque: chute a gol e queimada são duas brincadeiras novas para o repertório do seu filho. Ele já diferencia direita e esquerda, então aproveite para treinar essas noções.

De 6 a 8 anos
A coordenação motora fina está melhorando. Assim, seu filho vai aprender a segurar o lápis fazendo uma pinça como polegar, o indicadoreo dedo médio. Uma boa dica para ajudá-lo nessa tarefa é pedir que ele junte o dedo mindinho e o anelar e, na sequência, tente segurar um lápis com os outros três dedos. De forma natural ele conseguirá empunhá-lo.

Brinque: que tal organizar passeios de bicicleta? Nessa fase, seu filho não terá dificuldades em pedalar com rodinhas, pois tem o equilíbrio, o senso de direção e a força exigidos pela atividade. Depois de adquirir mais confiança, proponha eliminar as rodinhas, primeiro uma, depois a outra. Não se esqueça dos equipamentos de segurança!

COMA OVO!

O ovo é um alimento completo e funcional! Fornece inúmeros nutrientes como folato, riboflavina, selênio, colina e vitaminas A, D, E, K e B12, além de vários sais minerais e lipídeos. Tornam biodisponíveis nutrientes importantes como luteína e zeaxantina, além de fonte de gorduras saturadas e colesterol.

👉Vale lembrar que os lípideos, minerais e vitaminas estão presentes quase que TOTALMENTE NA GEMA , sendo a clara constituída especialmente pelas proteínas.
👉Apesar dessa rica variedade de nutrientes, rico em proteínas de ALTO VALOR BIOLÓGICO, INFERIOR APENAS AO LEITE MATERNO, existe sua “demonização” por algumas pessoas, relacionando-o como causa de complicações cardiovasculares, devido a quantidade de colesterol presente em sua gema, por isso seu consumo ainda é cercado de dúvidas.
👉Segundo estudos, A GEMA DO OVO NÃO É RESPONSÁVEL PELO AUMENTO DO COLESTEROL NO SANGUE, pois o colesterol do ovo pode ser metabolizado de FORMA BENIGNA pelo nosso corpo.
👉O colesterol é um componente dos produtos de origem animal de GRANDE IMPORTÂNCIA para o organismo, pois faz parte da estrutura das membranas celulares e participa da síntese de hormônios esteróides, do ácido biliar e vitamina D. A maior parte do colesterol é produzida pelo fígado.
👉As doenças isquêmicas cardíacas não estão ligadas apenas aos hábitos alimentares, mas também a uma série de fatores, como o desgaste físico-psicológico, tabagismo, diabetes, obesidade, sedentarismo, história familiar e hipertensão arterial.
👉A importância dos CARBOIDRATOS na gênese da doença cardiovascular também deve ser considerada. O excesso de carboidratos , especialmente os de ALTO ÍNDICE GLICÊMICO, favorece um desequilíbrio entre a oferta de lipídeos e os demais nutrientes, possibilitando o estabelecimento de HIPERCOLESTEROLEMIA. Alterações pós-prandiais, como hiperglicemia, hiperinsulinemia e hipertrigliceridemia, tem sido relacionados a um aumentado risco cardiovascular.

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GOJI BERRY – ALGUMAS OBSERVAÇÕES

Como todo alimento que se torna sensação das dietas de uma hora para outra, é preciso ter alguns cuidados em mente. Embora a Goji Berry ajude a emagrecer, fortaleça o sistema imunológico e colabore para reduzir a celulite, ela não é a salvação da sua dieta. Inclusive, seu consumo deve ser restrito e analisado com cuidado, pois ela não é indicada para quem consome algum tipo de medicação diária: alguns de seus elementos afetam a parte do fígado responsável por metabolizar os medicamentos. Se você não tiver nenhuma dessas condições citadas, seu consumo não deve ultrapassar 45g (em que o Goji Berry é adicionado nas frutas, saladas e iogurtes).