PRESCRIÇÃO: F4T REDUX

Diminuir a ingestão de calorias de maneira saudável e equilibrada, nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos recorrem às famosas dietas radicais, que em um primeiro momento, induzem à perda de peso e em contrapartida podem nos expor a sérios problemas de saúde. Portanto, se somente a dieta não tem sido suficiente para eliminar os quilos extras, que tal recorrer a um aliado para potencializar a perda de peso?

Fat Redux® é um oligossacarídeo cíclico de origem natural, produzido enzimaticamente a partir do amido. Esta fibra não é acessível à flora intestinal humana, consequentemente não conduz a efeitos gastrointestinais secundários (flatulência, dores abdominais), pois é excretada intacta, absorvendo a gordura do alimento.

Além de auxiliar na perda de peso, Fat Redux® atua também na redução dos níveis sanguíneos de glicose, colesterol total e LDL. Pode ser utilizada ainda no tratamento da esteatose hepática e no controle da pressão.

No combate à obesidade e ao sobrepeso, Fat Redux® é capaz de reduzir a absorção de gorduras durante a passagem dos alimentos no organismo, sem a necessidade de dietas radicais e nocivas à saúde.

F4T REDUX® é capaz de absorver gordura em 9 vezes o seu conteúdo:

Um estudo realizado por Gallaher et al. (2007) demonstrou que quando F4T REDUX® é associado a uma dieta rica em gorduras, há um baixo ganho de peso, semelhante à ingestão de dieta de baixo teor de gordura. O contrário ocorreu com o grupo controle, o qual apresentou ganho de peso significativo. Este estudo também mostrou que a gordura dietética extra que foi ligada por F4T REDUX® foi excretada pelas fezes. Baseado no peso não adquirido e na quantidade de gordura na dieta e de F4T REDUX® consumidos, determinou-se que 1g de F4T REDUX® encapsula cerca de nove vezes o seu próprio peso em gordura dietética.

Melhora no Índice Glicêmico e Insulinêmico:

Em uma dieta rica em carboidratos, F4T REDUX® possui função alternativa de regulação dos índices glicêmicos e insulinêmicos. Melhora a sensibilidade à insulina e regula os níveis de glicose no sangue. Além disso, retarda o esvaziamento gástrico e por esse motivo, promove a saciedade.

Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico e por estudos que comprovam a ação dos mesmos, conforme descrito nas referências bibliográficas. Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.

Venda sob prescrição.

A prescrição de Spirulina quando conciliada com um Plano Alimentar Calculado.

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A Spirulina é uma alga bastante utilizada e estudada por pesquisadores. Utilizada já a vários anos no Japão, França e nos Estados Unidos, é considerada uma grande descoberta no campo da alimentação naturalista. Esta, é estremamente eficaz no tratamento da obesidade quando combinada e calculada pelo nutricionista. Atuando como supressora de apetite devido a presença relativamente alta de fenilalamina, exercendo seus benefícios no centro do apetite. Quando ingerida em jejum, esta reveste as paredes do estômago promovendo a sensação de saciedade e plenitude.

A dosagem recomendada pode variar bastante, devendo ser sempre calculada pelo nutricionista. Isso porque este profissional elaborará juntamente com a prescrição quando necessária, um plano alimentar equilibrado em seus nutrientes (calorias, carboidratos, proteínas, lipídeos, vitaminas e minerais) capaz de se combinar à Spirulina promovendo ainda mais os benefícios desta incrível alga.

Quando as dietas sem resíduos devem ser prescritas?

As dietas podem ser denominadas como sendo sem resíduos quando é isenta de leite in natura e de alimentos crus. Essas dietas são necessárias em alguns casos, como citados abaixo:

Dieta branda sem resíduos: apresenta as mesmas características da dieta branda normal, porém sem leite, e é isenta de alimentos crus. É indicada nos preparos de exames e nas diarréias, quando há necessidade de controle do peristaltismo.

Dieta leve sem resíduos: apresenta baixo teor calórico, é hiperglicídica, proteínas e lipídios reduzidos, isenta de celulose e tecido conectivo, sem leite e possui consistência semilíquida. É indicada quando há necessidade de certo repouso intestinal, para preparo de exames, no pré ou pós-operatório imediatos. É utilizada apenas por períodos curtos, caso contrário, exige-se complementação nutricional.

Dieta líquida sem resíduos:
apresenta baixo teor calórico, é hiperglicídica, baixa em proteínas e lipídios, sem leite e possui consistência líquida. É indicada na necessidade de deixar o intestino “limpo”, no preparo de exames, no pré ou pós-operatório imediatos. É utilizada apenas por períodos curtos, caso contrário, exige-se complementação nutricional.

Dieta pastosa sem resíduos:
é normoglicídica, normoprotéica, normolipídica, possui consistência abrandada pela cocção e processos mecânicos com alimentos moídos, liquidificados, em forma de purês e papas, sem leite e sem alimentos crus. É indicada em alguns pós-operatórios, para facilitar a ingestão, deglutição e também para repouso gastrintestinal.

Referência (s)
Maculevicius J, Dias MCG. Dietas Orais Hospitalares. In: Waitzberg DL. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. P. 465-79
NUTRITOTAL – www.nutritotal.com.br

Leis regulam atividade de nutricionistas e médicos

Para entender a prescrição dietética, cabe ao nutricionista o planejamento dietético, elaborado com base nas diretrizes estabelecidas no diagnóstico nutricional. É o profissional que estabelece a composição qualitativa, quantitativa, o fracionamento e a forma de apresentação das preparações nutricionais aos pacientes.

Data: 27/11/2009
Autor(a): Chico Damaso
Fotógrafo: Camila G. Marques

O profissional da área de nutrição tem o respaldo da Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991, no qual o inciso VII do art. 3º menciona que ele pode solicitar os exames laboratoriais que julgar necessários à avaliação, prescrição e evolução nutricional do paciente.

Este trecho da legislação dispõe como atividade específica do nutricionista a assistência dietoterápica hospitalar, ambulatorial e de consultórios de nutrição e dietética, prescrevendo, planejando e avaliando dietas para enfermos. O inciso VIII do art 4º (Lei nº 8.234) ainda atribui ao profissional a competência para solicitar exames laboratoriais necessários para o acompanhamento dietoterápico.

“É importante destacar que o nutricionista atua sempre levando em conta os aspectos globais do paciente, respeitando a bioética, desenvolvendo a assistência integrada à equipe multidisciplinar e aos diagnósticos, laudos e pareceres desenvolvidos pelos membros desta equipe”, comenta Dulce Lopes Barboza Ribas, membro da Comissão de Ética do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul).

Dulce completa que, ao solicitar exames laboratoriais, o nutricionista avalia adequadamente os critérios técnicos de sua conduta, ciente da responsabilidade em relação aos possíveis questionamentos decorrentes de sua atuação.

“Consideramos que inúmeras doenças podem e devem ser tratadas por vários profissionais de saúde, por vezes com uma atuação específica ou de forma articulada com as demais especialidades. Diante deste quadro, é dever de todos que se esforçam por melhorar a qualidade de saúde da população lutar para a ampliação do acesso à uma saúde integral e de qualidade”.

No Estado de São Paulo, os Conselhos da Saúde firmaram um compromisso que concede os direitos a todos os profissionais de saúde em fazer o diagnóstico, prescrição terapêutica e prognóstico em suas respectivas áreas de atuação.

A nova regulamentação da medicina

O CRN 3ª Região se posiciona de maneira clara com relação à luta e à garantia do atendimento à saúde de forma multidisciplinar, em favor da autonomia dos nutricionistas para emitir diagnósticos próprios de sua área de atuação e realizar a assistência dietoterápica, garantida por lei.

Seguindo este mesmo viés, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que regulamenta a profissão do médico (PL 7703/06), que define as atividades privativas dos médicos, na forma do substituto da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, com emendas do relator e deputado Eleuses Paiva (DEM-SP).

Entre as emendas aprovadas, existe uma determinando que os diagnósticos psicológicos, nutricionais e socioambientais não são privativos dos médicos, assim como as avaliações comportamentais e das capacidades mental, sensoriais, perceptocognitiva e psicomotora.

“É preciso acompanhar de perto a proposta que tramita em regime de urgência. Entendemos que a população tem direito a livre acesso aos profissionais da saúde, sem que tenham de passar obrigatoriamente e em primeiro lugar por uma consulta médica”, defende Dulce.

Histórico do Projeto de Lei 7703/06

Em 2006, depois de muitos debates entre médicos e outros profissionais do setor, o PL 7703 foi aprovado no Senado Federal. Na Câmara, recebeu parecer favorável nas Comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público e de Educação e Cultura. Em 14 de outubro, o projeto também foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados.

Em 21 de outubro, foi a vez da Câmara dos Deputados aprovar o projeto, que define as atividades privativas dos médicos. Até então, a profissão do médico era a única na área ainda sem regulamentação. Todas as 14 demais já possuem legislação própria.

O projeto retorna agora ao Senado para apreciação das alterações ocorridas durante sua tramitação na Câmara, mas não pode mais sofrer emendas. Depois disso, seguirá para sanção presidencial. A previsão é que esteja aprovado até o fim de novembro.

Bibliografia(s)
Conselho Federal de Nutricionistas. Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/conteudo.aspx?IDMenu=56. Acessado em 29/10/2009.
Câmara dos Deputados, Tramitação do Projeto de Lei 7703/06. Disponível em: http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Lista.asp?ass1=7703&co1=&Ass2=&co2=Ass3=. Acessado em 29/10/2009.
Projeto de Lei 7703/06. Câmara dos Deputados. Disponível em:
http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=432204. Acessado em 06/11/2009.
Câmara aprova projeto do Ato Médico. Agência Brasil. Disponível em http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/10/21/materia.2009-10-21.1731316417/view. Acessado em 06/11/2009.
Projeto que regulamenta a medicina é aprovado na Câmara dos Deputados. Associação Médica Brasileira. Disponível em http://www.amb.org.br/teste/index.php?acao=mostra_noticia&id=5223. Acessada em 06/11/2009.

Fonte da matéria: NUTRITOTAL
www.nutritotal.com.br