Por que eu não emagreço?

Hoje quero falar sobre um assunto delicado, que são os escapes dos finais de semana. Afinal, pode ou não pode escapar? Mas caso não possa escapar, como ser feliz vivendo de dieta e sem vida social? Não é isso que todos sempre perguntam?

Seria maravilhoso se tudo girasse em cima de pequenos escapes, mas na prática o que vemos são muitos desligando o botãozinho “saúde” e ligando o “foda-se” e se esquecendo que a alimentação saudável e bons hábitos da fazem parte das suas escolhas sempre! e não apenas durante a semana! mas claro durante também os finais de semana! Muitos simplesmente abandonam os bons hábitos e ainda largam totalmente a atividade física.. O consumo de alimentos pobres em nutrientes aumentam e aqueles ricos em energia, ou seja, os alimentícios calóricos.. passam então a predominar nos finais de semana..

Pessoal, escapar faz parte, nós somos humanos, temos sentimentos.. hábitos culturais.. Mas sair do controle simplesmente por ser final de semana e cometer o pecado da gula e comer até não aguentar mais, isso definitivamente não procede.

Você precisa ter muito cuidado com as escolhas dos finais de semana. Se contarmos de sexta a domingo, podemos considerar que se trata de quase 50% da semana, pois são 3 dias. Saindo da parte estética, temos a SAÚDE, que é altamente afetada com 3 dias de má alimentação e muita das vezes ainda com o consumo de álcool. Um escape ou outro não vai afetar a sua saúde, até aquele salgadinho do aniversário você vai poder provar. O que não pode acontecer é comer 3, 4 bandejas de salgadinho, mais os docinhos, mais o bolo ou aquele churrasco, não bastasse a carne, a farinha, o arroz, ainda tem a maionese, o pão com alho, o salsichão e ainda a sobremesa ou aquele café em família reforçado a tarde. Repense então sobre seus hábitos e faça uma análise do estilo de vida que você leva. Exercite o equilíbrio… aos poucos isso vira algo natural, automático. Tenho certeza que sua saúde vai agradecer e você atingirá resultados que nem você imagina.

Reduza os carboidratos refinados!

Reduzir os carboidratos é outra maneira simples de melhorar a qualidade de sua alimentação e intensificar ainda mais a perda de peso.

É especialmente benéfico diminuir a ingestão de carboidratos refinados , que são um tipo de carboidrato sem o conteúdo de nutrientes e fibras durante o processamento.

Não são apenas carboidratos refinados ricos em calorias e pobres em nutrientes, eles são absorvidos rapidamente em sua corrente sanguínea, causando picos de açúcar no sangue e aumento da fome ( 4 ).

Estudos mostram que uma dieta rica em grãos refinados está associada a um maior peso corporal do que uma alimentação rica em grãos integrais nutritivos ( 5 ).

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Um grande estudo em 2.834 pessoas também descobriu que as pessoas que comiam grãos mais refinados tinham em média mais gordura da barriga do que aquelas que comiam mais grãos integrais ( 6 ).

Para obter melhores resultados, troque carboidratos refinados como pão branco, cereais matinais e alimentos pré-embalados altamente processados ​​para produtos integrais como quinoa, aveia, arroz integral e cevada.

O impacto do suplemento de WheyProtein durante a perda de peso

Uma revisão de nove estudos descobriu que pessoas com sobrepeso ou obesas que suplementavam com proteína whey perderam mais peso e ganharam mais massa muscular do que aquelas que não tomaram ( ARTIGO ORIGINAL, CLIQUE AQUI ).

A mesma revisão relatou que os usuários de proteína whey também experimentaram melhorias significativas na pressão arterial, no controle do açúcar no sangue e nos níveis de colesterol.

Esses benefícios de perda de peso se originam principalmente da capacidade do whey protein de diminuir o apetite, fazendo com que você se sinta mais cheio ao longo do dia ( CLIQUE NOS NÚMEROS PARA CONFERIR OS ARTIGOS > 7 , 8 ).

5HTP pode ajudar na perda de peso, aumentando a saciedade

O 5-HTP pode aumentar a sensação de saciedade, fazendo com que você coma menos e perca peso.

A perda de peso pode aumentar a produção de hormônios que fazem você sentir fome. Esses sentimentos de fome constante podem tornar a perda de peso insustentável a longo prazo ( 3 , 4 , 5 ).

O 5-HTP pode neutralizar esses hormônios indutores de fome, trabalhando para suprimir o apetite e ajudá-lo a perder peso ( 6 ).

Em um estudo, 20 pessoas com diabetes foram aleatoriamente designados para receber 5-HTP ou um placebo por duas semanas. Os resultados mostraram que aqueles que receberam 5-HTP consumiram aproximadamente 435 menos calorias por dia, em comparação com o grupo placebo ( 7 ).

Além disso, o 5-HTP inibiu principalmente a ingestão de calorias de carboidratos, o que foi associado a um melhor controle do açúcar no sangue ( 7 ).

Muitos outros estudos também descobriram que o 5-HTP aumentava os sentimentos de plenitude e ajudava na perda de peso em pessoas com sobrepeso ou obesas ( 8 , 9 , 10 , 11 ).

Além disso, estudos em animais mostraram que o 5-HTP pode reduzir a ingestão excessiva de alimentos devido a estresse ou depressão ( 12 , 13 ).

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SOBREPESO? VEJA AQUI COMO CALCULAR SEU IMC!

Em muitos casos, a obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado.

De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal.

Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.

Existem três tipos de definições quando uma pessoa está acima do peso.

  • O sobrepeso é quando há mais gordura no corpo do que o ideal para uma vida saudável.
  • A obesidade se dá quando o acúmulo de gordura é muito acima do normal, podendo gerar até problemas graves de saúde.
  • A obesidade mórbida é quando o valor do IMC ultrapassa 40. Nesse caso, o tratamento inicial além das mudanças de estilo de vida sempre inclui medicamentos e até cirurgia bariátrica pode ser recomenda.

Alguns sites da Internet disponibilizam calculadoras para ajudar no cálculo do IMC. Está preocupado e deseja cuidar da saúde? Faça o cálculo do seu índice de Massa Corporal e, se detectar sinais de sobrepeso, procure por um NUTRICIONISTA imediatamente!

PRESCRIÇÃO: F4T REDUX

Diminuir a ingestão de calorias de maneira saudável e equilibrada, nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos recorrem às famosas dietas radicais, que em um primeiro momento, induzem à perda de peso e em contrapartida podem nos expor a sérios problemas de saúde. Portanto, se somente a dieta não tem sido suficiente para eliminar os quilos extras, que tal recorrer a um aliado para potencializar a perda de peso?

Fat Redux® é um oligossacarídeo cíclico de origem natural, produzido enzimaticamente a partir do amido. Esta fibra não é acessível à flora intestinal humana, consequentemente não conduz a efeitos gastrointestinais secundários (flatulência, dores abdominais), pois é excretada intacta, absorvendo a gordura do alimento.

Além de auxiliar na perda de peso, Fat Redux® atua também na redução dos níveis sanguíneos de glicose, colesterol total e LDL. Pode ser utilizada ainda no tratamento da esteatose hepática e no controle da pressão.

No combate à obesidade e ao sobrepeso, Fat Redux® é capaz de reduzir a absorção de gorduras durante a passagem dos alimentos no organismo, sem a necessidade de dietas radicais e nocivas à saúde.

F4T REDUX® é capaz de absorver gordura em 9 vezes o seu conteúdo:

Um estudo realizado por Gallaher et al. (2007) demonstrou que quando F4T REDUX® é associado a uma dieta rica em gorduras, há um baixo ganho de peso, semelhante à ingestão de dieta de baixo teor de gordura. O contrário ocorreu com o grupo controle, o qual apresentou ganho de peso significativo. Este estudo também mostrou que a gordura dietética extra que foi ligada por F4T REDUX® foi excretada pelas fezes. Baseado no peso não adquirido e na quantidade de gordura na dieta e de F4T REDUX® consumidos, determinou-se que 1g de F4T REDUX® encapsula cerca de nove vezes o seu próprio peso em gordura dietética.

Melhora no Índice Glicêmico e Insulinêmico:

Em uma dieta rica em carboidratos, F4T REDUX® possui função alternativa de regulação dos índices glicêmicos e insulinêmicos. Melhora a sensibilidade à insulina e regula os níveis de glicose no sangue. Além disso, retarda o esvaziamento gástrico e por esse motivo, promove a saciedade.

Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico e por estudos que comprovam a ação dos mesmos, conforme descrito nas referências bibliográficas. Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.

Venda sob prescrição.

OBESIDADE – FUJA DELA

12269840_1528742014116022_2025307776_nA obesidade é um assunto muito sério. Estamos vivendo uma verdadeira epidemia. Mas porque estamos todos acima do peso? “Há, mas eu sou um gordinho saudável…” Gente, NÃO EXISTE gordinho saudável. E ponto. “Mas doutor, eu não como nada e continuo engordando!” Retirei toda gordura do meu prato e não consigo perder peso!” Pois é, o problema não está na ingestão de gorduras, muito menos proteínas. O grande X está no consumo desenfreado de Carboidratos de péssima qualidade com alto índice e carga glicêmica. Produtos industrializados com farinha refinado e açúcar. Poxa, mas eu não tomo mais refrigerante, apenas suco de caixinha! Frutose é uma péssima alternativa, como já expliquei diversas vezes. Como vocês podem reparar na foto, o esqueleto SOFRE pacas, levando a um desgaste das articulações de carga terminando em Próteses de joelho, estabilização de coluna lombar,…. Mas o problema não se restringe a isso, a gordura libera citocinas (células) inflamatórias, provocando a tão indesejada inflamação subclinica. Aumenta assim a estatística para ✔️doença coronariana, Diabetes, AVC (acidente vascular cerebral), câncer,… Procure ajuda de um médico atualizado, de um nutricionista funcional e um educador físico de boa formação.

Texto: Dr. Bruno Pitanga Silvares – Médico CRM 6443/ES – Instagram: @drbrunopitanga
Adaptação: Dr. Vinícius Graton – Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica. CRN99877/MG – Instagram @gratonutri

Comer Compulsivamente – Seria este realmente um vício?

As férias são um tempo onde temos uma atenção excessiva com os alimentos. É o Natal, a virada do ano, a viajem para a praia ou para a casa de parentes e amigos. Se você está tendo dificuldade em dizer “não” à generosidade de gordura e açúcar, faça uma pausa. Vários estudos apresentados na Sociedade de Neurociência de 2010 na Reunião Anual, explorou os caminhos do cérebro, e os comparou com os envolvidos na dependência de drogas, de acordo com um relatório na quarta-feira NPR. Pesquisadores descobriram que o alto teor calórico – alimentos gordurosos e ricos em açúcar – podem acender os mesmos caminhos que as drogas fazem, pelo menos, em estudos com animais, e que a exposição precoce ao excessivo desses alimentos pode alterar a forma como o cérebro responde a longo prazo.

Estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, ratos foram alimentados com uma dieta rica em gordura durante as primeiras 20 semanas de vida e tornaram-se obesos, vieram a apresentar mudanças significativas e duradouras em áreas do cérebro envolvidas na recompensa – tornando o cérebro mais sensível à alimentos hipercalóricos. Os pesquisadores disseram que os efeitos foram semelhantes aos observados no tratamento da dependência de drogas. Em outro estudo na Universidade de Concordia, em Montreal, os pesquisadores descobriram que ratos viciados em heroína, procuravam comida quando não tinham a heroína disponível.

Mas, seria o alimento realmente viciante como uma droga? Isso ainda não está claro, mas é provavel que o comer compulsivamente, provavelmente, tem algumas semelhanças com o vício. Por esta razão, faz total sentido um foco todo especial sobre o comportamento alimentar no início da vida, momento este onde o cérebro do bebê se adapta a um ambiente particular.

Texto: Dr. Vinícius Graton Costa – Agende sua consulta em Uberlândia.

A cirurgia bariátrica no tratamento do diabetes

Obesidade e Diabetes tipo 2 estão intimamente associados e, à medida que um paciente obeso alcança graus progressivos de peso ele se aproxima mais e mais do diabetes. O contrário também é verdadeiro, uma vez que à medida que um paciente diabético obeso perde peso, ele melhora progressivamente o seu controle glicêmico. Logo, obesidade e diabetes são doenças interligadas, de maneira que o agravamento de uma impossibilita o tratamento da outra, ao passo que ao conseguirmos deter a evolução de uma, estaremos mais propensos a conseguir também o controle da outra. Daí a vantagem da correção da obesidade do paciente diabético.

Os efeitos da cirurgia bariátrica no tratamento do diabetes foram observados desde o início da sua utilização. Inicialmente pensávamos que esses efeitos se dessem apenas pela grande perda de peso que ocorre após o procedimento cirúrgico. Mas a observação do pós operatórios dos pacientes diabéticos submetidos a cirurgia bariátrica revelou que a normalização da glicemia ocorria muito antes da perda de peso. Essa constatação vem fazendo da cirurgia um procedimento válido e eficaz no tratamento dos pacientes com diabetes tipo 2.

A melhora do diabetes ocorre em todas as modalidades de cirurgia bariátrica, mas é muito rápida nas técnicas cirúrgicas com desvio do trânsito intestinal como na cirurgia de Capela. Essa melhora na glicemia se deve a vários mecanismos além da perda de peso, como por alterações na dinâmica de alguns hormônios produzidos pelo estômago e intestino delgado, levando a redução da glicemia com a consequente redução ou suspensão dos vários medicamentos usados para o tratamento do diabetes, inclusive insulina. Essa melhora é evidente nos pacientes que ainda tem capacidade de produzir insulina, e menos intensa nos pacientes com diabetes tipo 2 com evolução prolongada ou em uso de insulina por muito tempo. As estatísticas apontam para uma taxa de remissão do diabetes de 70 a 90% dos casos.

Um grande engano é pensar que a cirurgia bariátrica representa a cura da obesidade ou do diabetes. Ela é uma das modalidades de tratamento, com indicações precisas, mas requer monitorização contínua devido ao risco nutricional progressivo causado pela má absorção dos nutrientes que passa a ocorrer ao longo da vida desses pacientes.

Por: Comer sem Culpa

Doenças Crônicas do Desenvolvimento Mundial – Uma reflexão necessária.

Cerca de oitenta por cento dos novos casos de cânceres, diabetes e doenças cardiovasculares não estão sendo registrados unicamente em países ricos, mas também nas partes mais pobres do globo terrestre, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta explosão se deve a uma consequência da importação de estilos de vida de países ocidentais.

Segundo a OMS, as áreas mais afetadas até o momento foram o sudeste da Ásia e do Pacífico ocidental, enquanto que o Oriente Médio destaca-se pelo inchaço das taxas da obesidade. A epidemia da obesidade é inevitável, a menos que políticas para reduzir substancialmente o consumo de gorduras e açúcares e estímulo a atividade física sejam implantados nos países.

Atualmente existem cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo classificados como obesos, com índice de massa corporal (IMC). A ascensão no mundo em desenvolvimento é ainda mais surpreendente porque esses países também são devastados pela fome, no entanto, não impede que a obesidade seja algo exclusivo de pessoas bem alimentadas. É importante lembrarmos ainda que a obesidade muitas vezes mascara subjacentes deficiências de vitaminas e minerais.

A alimentação das pessoas se modifica conforme os mesmos se desenvolvem economicamente, se deslocando para cidades e comendo alimentos de alta densidade calórica, muitas vezes em restaurantes de estilo ocidental e de alimentos rápidos. Como resultado, as pessoas ganham peso, tornando-se mais suscetíveis às complicações das doenças crônicas, como o diabetes, doenças cardíacas e câncer, aumentando a pressão sobre os sistemas de saúdes já sobrecarregados.

Em 2005, cerca de 1,1 milhão de pessoas morreram de diabetes, com quase oitenta por cento das mortes decorrentes em países de baixa e média renda, segundo a OMS.

Texto: Dr. Vinícius Graton Costa – Nutricionista
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Alguns fatores que afetam no ganho de peso descontrolado

Por que ganho peso tão facilmente? O estilo alimentar, os hábitos alimentares, a convivência com outras pessoas que também possuem hábitos alimentares errados e a falta de atividade física sem dúvida são algum dos fatores que influenciam no ganho de peso. Talvez estes sejam os principais problemas nas sociedades atuais. O estilo de vida.

O consumo descontrolado de alimentos hipercalóricos muitas vezes passa despercebido pela vida de muitos. Percebemos cada vez mais o aumento de porções, aumento do saco de pipoca servido no cinema, aumento dos lanches fast-food, aumento das porções nos restaurantes, aumento do tamanho do copo de refrigerante servido em restaurantes e cinemas, assim por diante.

O que percebemos com tais mudanças é que as porções e as calorias que tais estabelecimentos oferecem pode na grande maioria das vezes exceder em muito nas necessidades calóricas de uma pessoa por um dia todo. Ou seja, se uma determinada pessoa necessita durante todo o dia de um total de 1800 calorias, esta simplesmente consegue nos dias atuais consumir todas estas calorias ou quase todas em um único lanche, nos dias de hoje. A porção dos alimentos e as calorias aumentaram significativamente, disparando assim o gatilho da obesidade.

Outro ponto chave que devemos falar é a densidade calórica de muitos alimentos consumidos hoje. Ou seja, o consumo de pequenas porções durante todo o dia, porém com uma alta densidade calórica, muitas vezes acompanhada de pobres nutrientes, resultando em um maior risco de alimentação.

A grande variedade de alimentos que temos disponíveis a qualquer momento e ainda por um preço muitas vezes acessível a todos sem dúvida é outro ponto chave para a obesidade, contribuindo em muito para a ingestão de calorias.

Texto: Dr. Vinícius Graton Costa – Nutricionista.

Ômega-3 e GPR120 – Potente anti-inflamatório e sensibilizador de insulina

Texto: Dr. Vinícius Graton Costa – Nutricionista.

Pesquisadores identificaram um receptor-chave em macrófagos abundantemente encontrado na gordura de obesos. A obesidade e o diabetes que estão estreitamente correlacionados, agora poderão ser combatidos com o ômega-3. Estes poderão ativar o receptor dos macrófagos, resultando em grandes efeitos anti-inflamatórios assim como à sensibilidade à insulina sistêmica.

Os macrófagos são glóbulos brancos com a função de “engolir” e digerir os restos celulares e agentes patogênicos. Parte desta resposta do sistema imunológico envolve a secreção de citocinas de macrófagos e outras proteínas causadoras da inflamação, um método para destruição de células e objetos identificados como prejudiciais. No obeso, o tecido adiposo possui grande quantidade destes macrófagos, produzindo grandes quantidades de citocinas. O resultado pode ser desde uma inflamação crônica até o aumento da resistência à insulina nas células mais expostas as citocinas.

A resistência à insulina seria a condição onde o hormônio da insulina se tornaria naturalmente menos eficaz para regular os níveis de açúcar do sangue no corpo humano, causando uma série de problemas de saúde, muitas vezes de grande gravidade.

Foi analisado os receptores celulares conhecidos para responder aos ácidos graxos. Eles estreitaram suas atenções para o receptor G-proteína também chamado de GPR120. Uma molécula da família das sinalizadoras envolvidas em inúmeras funções celulares. O receptor GPR120 só é encontrado nos macrófagos pró-inflamatórios em células adiposas. Quando o receptor é desligado, os macrófagos produzem os efeitos inflamatórios. No entanto quando este é exposto ao ácido graxo ômega-3, especialmente o ácido docosahexaenóico (DHA) e ao ácido eicosapentaenóico (EPA), o receptor GPR120 é ativado gerando um grande efeito anti-inflamatório.

Referência: http://www.cell.com/retrieve/pii/S0092867410008883

Para adolescentes, dormir pouco pode não ser tão saudável…


Segundo estudos publicados na revista Sleep, adolescentes que dormem em média oito horas por dia, tendem a comerem mais alimentos gordurosos e calóricos. A pesquisa demonstrou claramente que indivíduos que recebem quantidades insuficientes de sono são mais propensos a desenvolverem a obesidade e de ganharem peso ao longo do tempo.

Neste estudo, constatou-se que 18% dos adolescentes que dormiam menos que oito horas de sono tinham maior propensão à desenvolverem obesidade, segundo Dr. Redline. Ainda não está claro por que os adolescentes que dormem menos tendem a buscar a geladeira com mais frequência. Uma explicação seria os hormônios leptina e grelina, responsáveis pelo controle do apetite. O sono insuficiência é capaz de alterar (reduzir) a produção destes hormônios, o que pode levar uma pessoa a sentir mais fome, tendo desejos por alimentos de alta densidade calórica.

O estudo incluiu 240 adolescentes com idades entre 16 e 19 anos que faziam parte de um estudo sobre os hábitos de sono e saúde. Os pesquisadores mediram a duração de sono dos adolescentes com monitores de pulso, e em duas ocasiões separadas foi pedido aos adolescentes uma lista dos alimentos que estes tinham consumido nas últimas 24 horas. Os resultados do estudo deverão servir como lembrete para os adolescentes e pais, já que não somente a alimentação, mas a dieta e também a atividade física vem a ser fundamental para se promover um estilo de vida mais saudável.

Texto: Dr. Vinícius Graton Costa – Nutricionista.