Gestante, aumente o consumo de batata doce

As batatas-doces são muito ricas em beta-caroteno, um composto vegetal que é convertido em vitamina A em seu corpo. A vitamina A é essencial para o crescimento e a diferenciação da maioria das células e tecidos. É muito importante para o desenvolvimento fetal saudável ( 20 ).

As mulheres grávidas são geralmente aconselhadas a aumentar sua ingestão de vitamina A em 10 a 40% ( 21 , 22 , 23 ). No entanto, eles também são aconselhados a evitar quantidades muito altas de fontes animais de vitamina A, que podem causar toxicidade quando ingeridas em excesso ( 24 ). Portanto, o beta-caroteno é uma fonte muito importante de vitamina A para mulheres grávidas.

As batatas doces são uma excelente fonte de beta-caroteno. Cerca de 3,5–5,3 onças (100–150 gramas) de batata-doce cozida preenchem toda a Ingestão Diária de Referência (RDI) ( 25 ). Além disso, as batatas-doces contêm fibras , que podem aumentar a plenitude, reduzir os aumentos de açúcar no sangue e melhorar a saúde e a mobilidade digestiva ( 26 , 27 ).

Probiótico: um grande aliado na gestação

Continuando a conversa sobre nutrientes importantes na gravidez, quero dar uma atenção especial a utilização de probióticos.

Probióticos são microrganismos vivos, bactérias que são importantes para o nosso organismo e benéficas para a nossa saúde. Por exemplo, as bactérias que ficam no intestino são um grande auxílio na hora do nosso corpo absorver melhor os nutrientes.

A ingestão de iogurtes, que possuem os lactobacilos, um tipo de bactéria probiótica, são uma ajuda para mantermos nossa flora microbiana intestinal de forma adequada. Mas em alguns casos é necessário um reforço maior, com suplementos de probióticos, que podem ter de 2 ou mais bactérias juntas.

E porque o uso de probiótico é importante na gestação? Porque esse período há uma grande mudança hormonal e uma das consequências dessa mudança é deixar o intestino mais lento. Outra coisa que acontece é a retenção de líquidos, o que deixa as fezes mais endurecidas. Para auxiliar a função intestinal nesse período, é necessário que haja uma alimentação rica em fibras, muita ingestão de água e para melhorar o funcionamento do órgão, a utilização de probióticos.

Outros benefícios importantes na utilização de probióticos durante a gravidez:

  • Controle do excesso de peso.
  • Diminuir risco de parto prematuro.
  • Diminuir o risco de diabetes gestacional
  • Diminuir o risco de infecção urinária.

E se a mamãe for ter o bebê de parto natural, aí fica mais interessante o uso de probióticos. Porque o bebê recebe as bactérias que irão começar a primeira proteção através da mãe, no momento que passa pelo canal do parto e através da amamentação. Quanto mais bactérias de tipos diferentes a mãe possuir, maior será o benefício ao bebê.

Se a mamãe, por qualquer motivo, optar pela cirurgia cesárea, é bem oportuno que se utilize probióticos específicos para o bebê. Essa proteção ajuda muito na diminuição de cólicas que os pequenos possam vir a ter.

Existem vários tipos de bactérias e cada uma auxilia de modo diferente no nosso organismo. Por isso é importante a orientação do nutricionista. Para que se estabeleça a melhor alimentação e o melhor tipo de suplemento para cada pessoa, além do tempo que ele deverá ser utilizado. Assim se conseguirá aproveitar melhor e de forma adequada os benefícios que os probióticos podem nos dar.

Ômega 3 na gravidez reduz risco de parto prematuro e garante bebê mais saudável

Que a nutrição é essencial para garantir uma gravidez saudável para a mãe e para o bebê pode não ser novidade para muita gente. O ácido fólico, por exemplo, é uma vitamina cuja suplementação é indicada a todas as gestantes, muitas vezes quando ainda se planeja engravidar, para evitar más formações no tubo neural do feto. Porém, talvez outro nutriente passe a dividir os holofotes quando o assunto é a saúde do bebê. Uma pesquisa realizada no Centro Médico da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, revelou que o ácido graxo ômega-3, um tipo de gordura insaturada, pode ajudar mulheres a terem bebês mais fortes e a reduzir a incidência de partos prematuros. O estudo foi divulgado em fevereiro na publicação científica The American Journal of Clinical Nutrition.

Para chegarem a essa conclusão, os cientistas estudaram 300 futuras mamães, escolhidas aleatoriamente. Metade delas foi suplementada durante o final da gravidez com 600 mg diárias de DHA, um tipo de ômega 3. Já as outras receberam um placebo para fazerem parte do grupo de controle. Durante as observações, verificou-se que as gestações do grupo suplementado foram mais longas, acima de 34 semanas, resultando em uma menor incidência de partos prematuros. Os recém-nascidos das mamães que receberam a suplementação também nasceram mais fortes, com peso maior, quando comparados aos bebês das mães que receberam o placebo.

ÔMEGA-3 PARA GESTANTES

Pesquisas mostram que os ácidos graxos ômega-3, especialmente o DHA, são vitais antes, durante e após a gravidez ( 20 , 21 , 22 , 23 ). Quase todas as diretrizes oficiais recomendam DHA durante a gravidez e amamentação ( 24 , 25 , 26 , 27 ). Várias organizações internacionais e nacionais publicaram diretrizes para bebês e crianças, variando de 50-100 mg por dia de EPA combinada e DHA ( 8 , 26 ).

O ômega 3 é importante porque melhora o desenvolvimento da criança, tanto cognitivo quanto sensorial, atuando na capacidade de raciocinar e resolver problemas. Além disso, melhora a sensibilidade aos estímulos durante o desenvolvimento e é benéfico para o sistema cardiovascular da mãe.

Isso porque o ácido graxo poli-insaturado funciona como anti-inflamatório e antitrombótico, ainda mais essencial para o bom funcionamento do organismo feminino durante a gravidez, quando a mulher está mais propensa a problemas circulatórios e de pressão.

Estudos também revelaram que o uso da substância durante a gravidez resultou em gestações mais longas e tranquilas. Isso porque a gordura, também conhecida como ácido linolênico, atua na sustentação dos tecidos e na melhora do fluxo sanguíneo, ocasionando um efeito direto na qualidade da gestação e por consequência na saúde da mãe e do bebê.

CANDIDÍASE NA GESTAÇÃO

Antes de mais nada é importante ressaltar que é altamente desaconselhada a automedicação. Ainda que você já tenha tratado anteriormente a candidíase, se esse quadro clínico aparecer cabe ao ginecologista obstetra avaliar e orientar quaisquer medicamentos.

No que diz respeito à nutrição, a alimentação da mulher tem importante papel na eficácia e rapidez do tratamento – que não costuma ser difícil – mas se a dieta for inadequada, além de piorar os sintomas e atrasar a cura, favorece a reincidência.

A primeira e mais importante recomendação é diminuir consideravelmente o consumo de carboidratos simples {arroz branco, farinhas brancas, cereais, pães e massas processados} e açúcar em todas as suas formas!! Incluindo doces de padaria e confeitaria e produtos industrializados que adicionam enormes quantidades e tipos deles.

Esses são os alimentos que mais bagunçam a flora bacteriana intestinal, diminuindo àquelas protetoras e aumentando àquelas que favorecem o crescimento de fungos e (mais) bactérias patogênicas.

Sendo assim, uma das boas precauções seria a introdução de probiótico de qualidade e quantidade ideais, preferencialmente uma fórmula manipulada por seu médico ou nutricionista.

👑 dentre as bacterias boas mais interessantes para o tratamento deste quadro clínico está a S.Boulardii, não tão comum de aparecer nos probióticos de farmácias, portanto se informe com seu nutricionista – essa levedura benéfica é eficaz contra diarréia porque tem efeitos antimicrobianos de largo espectro, incluindo outros agentes patogênicos como C.difficile, E.coli e ↪ Candida albicans. Além disso ajuda as populações de bifidobactérias a se expandir.

Outros alimentos para incluir na dieta e aproveitar das propriedades antiinflamatórias:

🔸 temperos como alho, cúrcuma (açafrão da terra), gengibre, cebola, azeite de oliva
🔸 algas
🔸 amêndoas e semente de abóbora
🔸 óleo de coco (antibacteriano e antifungico)
🔸 água de coco
🔸 suco de limão e de lima (lima está na safra!)

DIABETES GESTACIONAL E CUIDADOS NA ALIMENTAÇÃO

Agora já 08:00h da manhã e já vou para a terceira gestante diagnosticada com diabetes gestacional. Isso me força a escrever rapidamente sobre os cuidados nesta delicada fase da vida da mulher.

Deixo aqui então alguns alimentos que necessariamente a gestante precisa BANIR do seu cardápio e alimentos a serem consumidos com cautela para se manter em equilíbrio se você foi diagnosticada com essa condição. O controle dessa doença é MUITO importante para minimizar os riscos para a gestante e para o bebê, que podem ser:

✔️Para a gestante aumenta a incidência de outras complicações como a pré-eclâmpsia, infecções urinárias, candidíase, risco aumentado de ter parto prematuro, necessidade de parto cirúrgico (cesárea), e de desenvolver o diabetes tipo 2 após a gestação.

✔️Para o bebê, o risco de nascer antes da hora, de estar sobrepeso ao nascer, de complicações pulmonares, doencas cardiacas, icterícia e de levar consigo essa condição metabólica alterada no seu dna.

Então além de cuidar da alimentação faça acompanhamento frequente, e só seu médico poderá analisar a necessidade do uso de insulina. Evitar/limitar:

 alimentos que você já observou que prendem o seu intestino.
 farinhas e massas brancas, arroz branco.
 leite e derivados (laticínios) integrais: manteiga, creme de leite, iogurte, nata, queijos amarelados e azeite de dendê.
 gorduras vegetais e hidrogenadas (trans), presentes na maioria dos produtos industrializados, de confeitaria e panificação, e em refeições servidas em fast-food e frituras.
 Açúcares e doces em geral: açúcares de mesa, cereais açucarados, bolos e preparações doces, bolachas e biscoitos, sorvetes, molhos e condimentos com adição de açúcar, pipoca doce, refrigerantes, chás e sucos de caixinha e bebidas açucaradas em geral, como achocolatados, iogurtes, bebidas lácteas.
 café
frios e embutidos
Bebidas alcoólicas ÓBVIO!

✔️ preferir a fruta ao suco da fruta, para não descartar as fibras e consumir tanto açúcar.

✔️ Leia os rótulos dos produtos, nos ingredientes, se possui açúcar. Se houver, descarte. Cuidado pois o açúcar vem disfarçado com vários outros nomes tipo: frutose, xarope de (glicose de) milho, sacarose, lactose, maltodextrina, extrato de malte, açúcar invertido, amido, xarope de Agave, mel, dextrose, etc.

Para mais orientações agende sua consulta ligando Clínica Renova (34) 3255-1237 ou 3231-8655 / Ou Clínica CIAS UNIMED (34) 3293-3300

QUAIS SÃO OS ALIMENTOS RICOS EM FERRO?

O consumo de alimentos ricos em ferro, como as carnes vermelhas ou o pão de cevada, por exemplo, podem ajudar a curar a anemia quando ela é causada pela deficiência de ferro no sangue. Porém, os alimentos ricos em ferro são importantes em todas as fases da vida e devem ser consumidos com frequência, especialmente, em gestantes, bebês e idosos, pois estes grupos possuem uma necessidade maior de ferro no organismo.

Tabela de alimentos ricos em ferro
Segue uma tabela com os alimentos ricos em ferro separados por fonte animal e vegetal:

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Alimentos ricos em ferro para anemia
Os alimentos ricos em ferro para anemia incluem:

  • Alimentos ricos em ferro de origem animal, como as carnes vermelhas, o ovo ou a farinha de peixe, pois o ferro destes alimentos é absorvido com facilidade;
  • Alimentos ricos em ferro de origem vegetal como o feijão, as ervilhas ou a salsa. Estes alimentos devem ser consumidos sempre com uma fonte de vitamina C como laranja, morango ou pimentão, para melhorar a absorção de ferro. Por exemplo, comer arroz com feijão preto e laranja de sobremesa;

Além dos alimentos ricos em ferro para anemia, é também importante seguir outras dicas de alimentação como:

  • Evitar comer alimentos ricos em cálcio com as principais refeições, como iogurtes, pudim, leite ou queijo porque o cálcio é um inibidor natural da absorção do ferro;
  • Evitar comer alimentos integrais ao almoço e jantar, pois os fitatos presentes nos cereais e fibras dos alimentos integrais, diminuem a eficiência da absorção do ferro presente nos alimentos;
  • Evitar comer doces, vinho tinto, chocolate e algumas ervas para fazer chá, porque possuem polifenóis e fitatos, que são inibidores da absorção do ferro;
  • Cozinhar em uma panela de ferro é uma forma de aumentar a quantidade de ferro de alimentos pobres, como o arroz, por exemplo.

Misturar frutas e legumes nos sucos também pode ser uma excelente forma de enriquecer a dieta em ferro. Duas ótimas receitas ricas em ferro são o suco de abacaxi batido no liquidificador com salsinha fresca e o bife de fígado acebolado.

Necessidade diária de ferro
A necessidade diária de ferro, como se pode verificar na tabela, varia consoante a idade e gênero, pois as mulheres têm uma maior necessidade de ferro que os homens, especialmente durante a gravidez.

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As necessidades diárias de ferro aumentam na gravidez porque aumenta a quantidade de sangue no organismo e, por isso, é necessário ferro para produzir mais células do sangue, assim como o ferro é necessário para o desenvolvimento do bebê e da placenta. Atingir as necessidades de ferro na gestação é muito importante, mas pode ser necessário suplementação de ferro na gravidez, que deve ser sempre aconselhada pelo nutricionista.

ADOÇANTES PASSAM PARA O LEITE MATERNO

Pesquisadores norte-americanos detectaram a presença de sacarina, sucralose e acessulfame de potássio em 65% das amostras de leite materno avaliadas em estudo. A equipe coletou amostras de leite materno de 20 nutrizes voluntárias, independentemente de serem ou não usuárias frequentes de adoçantes artificiais não nutritivos (NNS). Além disso, as voluntárias responderam um questionário alimentar com o intuito de avaliar o consumo de alimentos que contém NNS. Os adoçantes avaliados foram sacarina, sucralose, acesulfame de potássio e aspartame, através da técnica de cromatografia líquida acoplada à um espectômetro de massa.

Os resultados demonstraram que os adoçantes artificiais sacarina, sucralose e acesulfame estavam presentes em 65% das amostras, enquanto que o aspartame não foi detectado. A principal fonte de ingestão materna desses adoçantes, foi através da sua apresentação em pó. No entanto, com exceção de uma participante, todas relataram o consumo médio de 1-2 latas de refrigerantes diet por dia (uma voluntária relatou a ingestão de 7 latas por dia). Os investigadores também descobriram que 66% das nutrizes que não estavam fazendo uso de NNS também apresentaram níveis detectáveis dessas substâncias no leite materno sugerindo, assim, que muitas pessoas não têm conhecimento de que adoçantes artificiais possam estar presentes em vários alimentos e bebidas que consomem.

Segundo os autores, antes desse estudo, a sacarina era o único NNS reportado como presente no leite materno em usuárias desse produto. Esses novos dados demonstram que vários tipos de NNS podem passar para o leite materno. “Pesquisas adicionais são necessárias para determinar se a exposição a precoce à NNS através do leite materno pode afetar os bebês” concluem. 📖📚 Referência(s) Sylvetsky AC1, Gardner AL, Bauman V, Blau JE, Martin Garraffo H, Walter PJ, Rother KI. Nonnutritive Sweeteners in Breast Milk. J Toxicol Environ Health A. 2015

Gestantes: identificação dos hábitos alimentares e a prática de atividade física.

Durante a gestação muitas mulheres buscam por melhor qualidade de vida. A alimentação e manutenção do peso adequado são, de modo geral, uma das principais preocupações das futuras mães que já se preocupam com o bem-estar de seus filhos.

Em relação á alimentação, deve-se tomar cuidado para que necessidades nutricionais sejam supridas, porém dentro do valor calórico adequado para garantir o bom crescimento e desenvolvimento da criança. É importante levar em consideração as pesquisas relacionadas com a alimentação de gestante, uma vez que erros alimentares identificados podem ser prevenidos em gestantes que buscam acompanhemento médico e nutricional.

Em um desses estudos, o objetivo foi identificar os hábitos alimentares de gestantes na fase de adolescencia. Foram identificadas deficiências no consumo alimentar de ferro, cálcio e zinco. Tais minerais são de extrema importância durante a gestação e devem ser consumidos de forma adequada para garantir a saúde da mãe e do bebê.

A orientação nutricional faz-se necessária nessa fase da vida, uma vez que permite que as necessidades nessa etapa aumentada, sejam supridas de forma correta, evitando más formações genéticas e agravos á saude da mãe. Porém, além de uma alimentação adequada, o que mais a mãe pode fazer para obter uma gestação saudável e feliz?

Atividade física é considerada uma ótima opção para as pessoas que desejam ter uma vida saúdavel e melhor qualidade de vida. Porém, será que essa prática poderia ser utilizada por gestantes? Revisão em trabalhos científicos que investigam o efeito do desempenho de atividade física durante a gestação e seu impacto na saúde da mãe e do bebê evidenciam haver um consenso que a prática de atividades físicas de intensidade leve ou moderada não consiste em fator de risco para alguns desfechos e pode representar fator de proteção. Contudo, alguns estudos encontraram associação entre atividades específicas, como subir escadas ou permanecer de pé por períodos prolongados e o peso inadequado do recém-nascido, prematuridade e aborto espontâneo.

Sendo assim, fica claro que durante essa fase da vida, é necessário que a gestante tenha acompanhamento de profissionais da área da saúde, capazes fornecer diretrizes seguras, assim como recomendações nutricionais e práticas adequadas de atividade física, com o objetivo de garantir uma gravidez tranqüila e saudável.

Fontes:

Herrera-Suárez, Claudia Carolina; Vásquez-Garibay, Edgar M; Romero-Velarde, Enrique; Romo-Huerta, Hiliana P; García De Alba García, Javier; Troyo-Sanromán, Rogelio. Hábitos de alimentación y factores culturales en adolescentes embarazadas/ Food habits and culture factors in pregnant adolescents. Arch Latinoam Nutr; 58(1): 19-26, Mar. 2008

SCHLUSSEL, Michael Maia; SOUZA, Elton Bicalho de; REICHENHEIM, Michael Eduardo and KAC, Gilberto. Atividade física na gestação e desfechos da saúde materno-infantil: uma revisão sistemática da literatura. Cad. Saúde Pública [online]. 2008, v. 24, suppl. 4.

Beber álcool durante a gravidez pode prejudicar a qualidade do sémen em seus filhos

Atenção mamães que consomem álcool durante a gestação. Você pode estar afetando a fertilidade de seus futuros filhos, de acordo com a pesquisa apresentada na 26ª reunião anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia, em Roma. Médicos na Dinamarca, descobriram que se as mães tinham bebido entre 4.5 ou mais drinques por semana durante a gravidez, a concentração do esperma de seus filhos após 20 anos, fora um terço menor em comparação aos homens que não foram expostos ao álcool, enquanto no útero. A bebida foi medida como 23 gramas de álcool, que é o equivalente a 300ml de cerveja, um pequeno (120ml) de vinho ou um copo de aguardente (40ml).

No entanto, pelo fato do estudo ser observacional, não podemos dizer com ceteza que seja o álcool o grande desencadeador da baixa produção de esperma. É possível que a ingestão de álcool durante a gravidez tenha efeitos nocivos sobre os tecidos fetais produtores de esperma nos testículos – e assim, a qualidade do sémen na vida adulta. Este é o primeiro estudo de seu tipo, e mais pesquisas nesta área são necessários antes de qualquer nexo de causalidade.

A Organização Mundial de Saúde define como um nível “normal” da concentração espermática como sendo aproximadamente 20 milhões/ml ou mais.

26ª reunião anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia, em Roma

Mamãe, jamais ofereça mel para seu filho com menos de um ano de idade

A Food Standards Agency está lembrando a todos os pais para não alimentarem com mel seus filhos com menos de um ano de idade. Isso se deve a uma doença grave chamada botulismo infantil.

O botulismo é uma forma de intoxicação alimentar rara mas potencialmente fatal, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e em alimentos contaminados e mal conservados. Um intestino imaturo não é capaz de combater as bactérias do botulismo, sendo desta forma o mel recomendado somente para crianças com mais de 1 ano de idade.

A nutricionsita da Food Standards Agency disse: “Para os primeiros seis meses do bebê, ele precisa somente de leite materno ou fórmula infantil e, embora seja tentador para muitas mães oferecerem mel para aliviar a tosse, é importante que saibamos que a doença é grave e que simplesmente não vale a pena arriscar a vida de seu filho”. Depois que introduzidos alimentos sólidos, vale lembrar que também não é necessário adoçar nenhum alimento, evitando desta forma a cárie dentária.

O botulismo infantil apesar de rara, é uma doença grave que provoca fraqueza muscular e problemas respiratórios, sendo que a grande maioria dos bebês necessitam de tratamento hospitalar. Embora a recuperação seja lenta, felizmente, quase todos os bebês se recuperam totalmente.

Nem todos os bebês que recebem mel irão desenvolver o botulismo infantil, mas, devido à forte ligação a esta infecção, os bebês com menos de um ano de idade não deverão consumirem o mel sobre quaisquer circunstâncias, mesmo misturado ou aquecido junto ao leite.

Texto: Vinícius Graton Costa, nutricionista.
nutricaosadia@yahoo.com.br

Os benefícios da amamentação na prevenção da síndrome metabólica

Autor(a): Chico Damaso – Nutritotal

A amamentação não beneficia apenas os bebês. Além de todas as vantagens do leite materno aos recém-nascidos, a amamentação também traz inúmeras vantagens às mães. Além de auxiliar na perda de peso e voltar à forma mais rapidamente, a amamentação vem se mostrando benéfica para reduzir as chances de importantes complicações de saúde, como a síndrome metabólica. A síndrome engloba uma série de fatores de risco relacionados à obesidade e metabolismo, que podem indicar propensão a diabetes e a doença coronária.

Este é o resultado obtido em um estudo recentemente finalizado pelo Departamento de Pesquisa do Kaiser Permanente, na Califórnia, Estados Unidos. O estudo é uma publicação da Associação Americana de Diabetes (American Diabetes Society), que serve de alerta para nutricionistas, médicos e outros profissionais de saúde ligados ao atendimento de gestantes e parturientes.

De acordo com o trabalho, coordenado pela epidemiologista e pesquisadora Erica Gunderson, a proteção se mostrou ainda maior para as mulheres que desenvolveram diabetes gestacional.

Segundo a pesquisadora, a amamentação reduziu os riscos de síndrome metabólica de 39% a 56% entre as mães sem diabetes gestacional, e de 44% a 86% entre as que apresentaram o distúrbio durante a gravidez, conforme o tempo de amamentação, que variou de um a nove meses.

O estudo

Financiado pelo Instituto Nacional de Saúde americano, o estudo prospectivo teve duração de 20 anos e foi o primeiro a avaliar todos os componentes da síndrome metabólica desde antes da gestação até o fim da lactação.

Foram acompanhadas 704 mulheres entre 18 e 30 anos de idade, sem filhos e sem nenhum indício de síndrome metabólica até o início do estudo. Depois da gestação, e ao longo dos 20 anos de seguimento, foram diagnosticados 120 casos de síndrome metabólica.

Nos Estados Unidos, a síndrome atinge quase 40% das mulheres entre 20 e 59 anos de idade. Portanto, a gravidez está quase sempre neste período vulnerável.

Na conclusão, os pesquisadores sugerem a necessidade de mais investigações sobre o mecanismo pelo qual a lactação influencia o risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Também acham importante que se avaliem melhor variáveis como estilo de vida ou duração da lactação no desenvolvimento da doença arterial coronária e do diabetes tipo 2, particularmente entre grupos de alto risco, como no caso de mulheres com histórico de diabetes gestacional.

Isso porque há evidências de que as mulheres que amamentam perdem o peso adquirido na gravidez com mais facilidade, e que isso as levam a estilos de vida mais saudáveis. Porém, segundo os pesquisadores, essa proteção do aleitamento materno sobre a síndrome metabólica pode não estar relacionada ao peso da mãe. Então é preciso confirmar se a redução da gordura abdominal e da resistência à insulina supostamente promovidas pela lactação são determinantes na associação entre a amamentação e o menor risco de síndrome metabólica.

Este estudo é parte do CARDIA (Coronary Artery Risk Development in Young Adults), um estudo multicêntrico, longitudinal, desenvolvido para descrever o desenvolvimento de fatores de risco para doença coronária em adultos jovens de quatro áreas geográficas distintas dos Estados Unidos.

Referência(s)

Division of Research. Kaiser Permanente. Disponível em http://www.dor.kaiser.org/external/home_default.aspx. Acessado em 16/12/2009.

Coronary Artery Risk Development in Young Adults (CARDIA). Disponível em http://www.cardia.dopm.uab.edu/o_brde.htm. Acessado em 16/12/2009.

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O maior consumo de doses de vitamina D e o risco de parto prematuro

Todas as mulheres grávidas devem tomar 4.000 unidades internacionais de vitamina D por dia – 10 a 20 vezes superior foi a dose recomendada pelos líderes especialistas do Canadá para gestantes. Com o objetivo de reduzir o risco de parto prematuro, nascimento prematuro e infecções, segundo o primeiro estudo a investigar a segurança de altas doses de vitamina D durante a gravidez.

O estudo descobriu que mulheres que consumiram 4.000 UI por dia apresentaram metade do risco de parto prematuro do que as mulheres que tomaram apenas 400 UI de vitamina D diariamente.

O nascimento prematuro é a causa principal de mortes de recém-nascido no Canadá.

“Nunca imaginei que altas doses de vitamina D teriam efeitos de longo alcance como o que vimos” afirmou o autor Dr. Carol Wagner, um investigador pediátrico da Universidade Médica da Carolina do Sul. A mensagem que o investigador deixou foi de que todas as mulheres grávidas passem a consumirem a dose completa de 4.000 UI por dia de vitamina D.

A Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia do Canadá recomenda atualmente que as mulheres grávidas consumam 200 UI/dia – e até 400 UI em seu último trimestre.

A preocupação em se ofertar muita vitamina D no passado foi baseado em estudos errados, afirmou Gagnon, que também é diretor da medicina materno-fetal e obstetrícia da Universidade McGill, e da McGill University Health Centre, em Montreal.


Olhando a vitamina D com outros olhos…

Durante décadas, a vitamina D foi vista como um grande teratogen – um agente que causa defeitos de nascimento – após os relatórios do Reino Unido na década de 1960 surgiram bebês nascidos com defeitos cardíacos, deficiência mental. Foram encontrados nestes bebês níveis altos de cálcio, que os médicos atribuíram ao excesso de vitamina D, uma vez que esta auxilia na absorção do cálcio.

O que eles descobriram anos depois, por meio da tecnologia genética, que crianças que tinham a síndrome de Williams – uma desordem rara causada por genes suprimidos a metabolizarem a vitamina D, levando a níveis mais elevados – concluiram que as condições não eram sintomas de excesso de vitamina D, mas sim uma síndrome genética.

“Por mais de 30 anos, foi um dogma acreditar que a vitamina D na gravidez fosse perigoso, que as mulheres não precisassem de muito e que pequenas exposições à luz solar casualmente ja seriam suficientes para o organismo”, disse Wagner. O que sabemos agora, de uma década de pesquisa intensa, é que esse não é bem o caso.”

A vitamina D – que no corpo age como um hormônio – é importante não só para a saúde fetal-esqueléticas, mas também para o desenvolvimento dos ossos na infância, vindo de uma década depois.


Pré-Eclâmpsia

Deficiências graves têm sido relacionados a crises. Outros ligaram baixo nível de vitamina D durante a gravidez, ao maior o risco de pré-eclâmpsia – um aumento súbito da pressão arterial e proteína na urina, podendo ameaçar a vida de mães e bebês.

O Estudo

Para seu estudo, Wagner e colegas analizaram 494 gestantes de 12 a 16 semanas de gestação em três grupos de tratamento: um grupo recebeu 400 UI de vitamina D3 por dia até o parto, outro recebeu 2.000 UI, e a terceira, 4.000 UI. (Vitamina D3 é melhor absorvido do que D2).

Quanto maior a dose de vitamina D suplementada para a mãe, maior foi a dose encontrada nos exames posteriormente, não apenas nos exames da mãe mas também nos do bebê após o nascimento, mostrando assim que o suplemento atravessaria a placenta para atingir a criança.

Os níveis sanguíneos de circulação mais elevados de vitamina D foram associados a menores taxas de parto prematuro, nascimento prematuro e infecção – os efeitos mais predominantes foram observadas no grupo que recebeu 4.000 UI por dia.

Todas as mulheres que participantes do estudo estavam vivendo em Charleston – Carolina do Sul, na ensolarada. Globalmente, 85 por cento eram insuficientes, ou “francamente deficiente em vitamina D, quando o estudo começou.

“Isto é ainda mais importante para os canadenses. Estando eles em uma latitude muito maior. O melhor que você pode ter é, provavelmente, seis meses de exposição ao sol, em sua menor latitude, onde você pode realmente sintetizar a vitamina D”, disse ele. “Então você é dependente de suas lojas.”

Mesmo assim, quando sintetizamos vitamina D fora de casa, nós tendemos de usar protetor solar, que bloqueia a síntese de vitamina D.

Ainda não está claro o modo como a vitamina D podem reduzir o risco de parto prematuro. Mas Gagnon disse que a vitamina parece aumentar a quantidade de sangue fluindo para a placenta, trazendo mais oxigênio e nutrientes para o bebê, e promovendo o crescimento saudável.

Não é permitida a utilização deste conteúdo para fins comerciais e/ou profissionais. Para divulga-lo em sites/blogs o conteúdo acima, entre em contato com o NutriçãoSadia pelo e-mail nutricaosadia@yahoo.com.br

Esta matéria foi traduzida por dr. Vinícius Graton – nutricionista.

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Como emagrecer após o parto?

Depois dos nove meses mais longos da vida de uma mulher, a satisfação em poder agora segurar o bebê e compartilhar com ele todas as suas experências como mãe. Separamos algumas dicas para você mamãe, que também se preocupa com o corpo e sua saúde. Ao seguir algumas dicas, logo o espelho volta a conhecê-la. É importante lembrar que não é recomendado para a mulher dietas com grandes restrições calórias após o parto, visando não prejudicar toda a oferta de nutrientes, como o cálcio, a vitamina D, assim como todos os micronutrientes e macronutrientes ao bebê. Afinal, o que toda mãe deseja é oferecer uma alimentação repleta de nutrientes benéficos para a imunidade de seu filho, por isso tome nota com minhas recomendações mamãe. É fundamental a ida ao nutricionista, este irá agora elaborar uma alimentação balanceada não somente para você, mas também visando a saúde do mais novo hóspede da casa! A elaboração de um cardápio deve ter a supervisão do nutricionista. Como a preocupação é, sobretudo, com a criança, seguir a orientação dos médicos favorece mãe e filho.

Uma maneira simples de perder peso e ainda estabelecer um laço de carinho e confiança entre mãe e filho? Amamentação. Isso mesmo! O ato de amamentar auxilia na redução de peso pós-parto, uma vez que, para produzir o leite humano, a mulher tem um gasto energético elevado: a cada litro são 900 calorias. Além do mais, os processos de produção e de liberação do leite estimulam as contrações uterinas, auxiliando o retorno ao tamanho original do órgão. O nutricionista deve fazer parte de toda a rotina de vida da paciente, afinal, não descuidar da alimentação faz toda a diferença. A alimentação deve ser equilibrada e variada, composta por frutas, verduras e legumes, além dos cereais (arroz, milho e trigo), das leguminosas (feijão, ervilha e soja), das carnes (de peixe, de frango e bovina) e dos laticínios. É importante que as refeições sejam bem distribuídas ao longo do dia, fracionadas em seis vezes, para que não haja grandes períodos sem alimentação. Ingerir bastante líquido e deixar de consumir alimentos com alta densidade calórica e baixa oferta de nutrientes – como doces, lanches vendidos em fast food, frituras, biscoitos recheados e refrigerantes – são atitudes importantes para prevenir o aumento de peso. É fundamental lembrar que o consumo de bebidas alcoólicas durante a amamentação deve ser evitado.

Praticar uma atividade física também deve ser estimulado para a mamãe, podendo também ser exercitada durante a gestação, para isso, procure antes mais orientações com seu pediatra. Já as pessoas sedentárias precisam esperar o restabelecimento do parto. O retorno pode ser feito, em média, após 20 dias. Para a redução de peso, a atividade mais recomendada é a aeróbica, como caminhar, andar de bicicleta, hidroginástica, correr ou nadar. Porém, o alongamento, a ioga e o relaxamento também são importantes para o período do puerpério. É possível ainda estabelecer o momento da atividade física como um prazeroso momento entre mãe e filho. Esses exercícios serão benéficos tanto para a parte física da mãe quanto para o seu estado emocional, uma vez que possibilitará o estreitamento dos laços com o seu filho”, salienta a fisioterapeuta. Portanto, para ficar em forma, alimente-se corretamente, amamente e faça exercícios físicos!

Vinícius Graton é nutricionista, pós-graduando em Nutrição Clínica.

Dieta da mãe influencia o bebê

Estudo com população britânica revela que a ingestão alimentar materna durante a gestação exerce mais influência no hábito alimentar da criança quando comparada com o período pós-natal. Sabe-se que a concentração de glicose sanguínea materna durante a gestação é um fator determinante para o crescimento fetal. Isso porque a secreção aumentada de insulina fetal, liberada em resposta à maior transferência de glicose através da placenta, estimularia o crescimento fetal. Com isso, maiores seriam os níveis de gordura subcutânea. Portanto, o objetivo deste estudo foi verificar se existem evidências que relacionem a dieta e a glicemia maternas com o crescimento fetal e sua influência sobre o apetite e a adiposidade da criança.

Segundo os autores, “estudos realizados com animais já mostraram que a exposição fetal a altas concentrações de glicose sanguínea resulta em alterações no apetite dos filhos, mas a nosso ver, este é o primeiro estudo com humanos para examinar as diferenças na dieta materna pré e pós-natal e sua relação com a dieta e adiposidade do filho”. Foram feitas três tipos de comparações sobre o crescimento e comportamento alimentar dos filhos com os pais: relação da alimentação materno-fetal; mãe-filho e pai-filho; e relação materna pré e pós-natal. Aproximadamente 3 mil casais participaram do estudo, sendo que somente as mães que tiveram um único bebê foram selecionadas (casos de gêmeos ou trigêmeos foram excluídos). As mães preencheram um questionário de frequência alimentar (QFA) na 32ª semana de gestação e, após análise dos autores, os alimentos foram separados por grupos (energia total, proteína, gordura e carboidrato). Os pais e mães também preencheram um QFA similar após 47 meses do nascimento do filho.

A dieta das crianças foi analisada quando as mesmas completaram 10 anos de idade, por meio de diários alimentares de três dias, sendo dois dias da semana e um no final de semana. As crianças foram convidadas a comparecer aos 9 e 11 anos de idade para mensuração dos compartimentos corpóreos (massa gorda, massa magra e massa óssea). A ingestão materna de carboidratos, proteínas e gorduras no pré e pós-natal foi positivamente associada com a ingestão dos mesmos nutrientes pela criança. Ou seja, quanto maior o consumo desses macronutrientes pela mãe, maior a ingestão pela criança e, portanto, maior o crescimento da criança. Entretanto, esta associação foi mais forte no período pré-natal. Baseados nestes resultados, os autores relatam que “as gestantes devem ser encorajadas a adquirir hábitos alimentares saudáveis durante a gestação para beneficiar o desenvolvimento do feto e o hábito alimentar da futura criança”. A comparação da alimentação do pai com a do filho não apresentou os mesmos resultados. Houve forte associação mãe-filho para a ingestão de proteínas e gorduras e uma fraca associação pai-filho em relação ao consumo de carboidratos. Com relação ao consumo energético total, não houve forte relação entre mãe-filho nem entre pai-filho. Todavia, quanto maior era o consumo energético da criança, maior era a sua massa gorda. O principal fator influente sobre a massa gorda da criança foi o consumo de gordura e, para a massa magra, o consumo de carboidrato. Uma vez que os nutrientes ingeridos pela mãe tiveram relação direta nos nutrientes escolhidos pelo filho, a alimentação materna se torna um fator diretamente ligado a composição corporal de seus filhos. “Como as associações de alimentação mãe-filho foram mais fortes no período pré-natal, é possível que isto reflita efeitos intra-uterinos sobre o apetite da criança, já que a glicose, os aminoácidos e os ácidos graxos são transportados através da placenta”, explicam os autores.

Referência(s)
Brion MJ, Ness AR, Rogers I, Emmett P, Cribb V, Davey Smith G, et al. Maternal macronutrient and energy intakes in pregnancy and offspring intake at 10 y: exploring parental comparisons and prenatal effects. Am J Clin Nutr. 2010 [First published ahead of print]. Disponível em: http://www.ajcn.org/cgi/rapidpdf/ajcn.2009.28623v2. Acessado em: 16/02/10.