CAFEÍNA

Pessoal, a cafeína é a substância psicoativa mais consumida no mundo ( 1 ). Ela é encontrada naturalmente em café , cacau, chá, nozes e guaraná.

É adicionada também em refrigerantes, bebidas energéticas e medicamentos. Ela pode ser tomada como suplemento, isoladamente ou em combinação com outras substâncias ( 2 ).  E como ela age? Simples, a cafeína age bloqueando os receptores de adenosina no cérebro, fazendo com que você se sinta menos cansado ( 3 ).

Uma ingestão baixa a moderada de cafeína de 40 a 300 mg aumenta o estado de alerta e atenção e diminui o tempo de reação. Essas doses são eficientes e eficazes para pessoas que estão fatigadas ( 4 , 5 , 6 ). Para mais orientações, procure sempre por seu especialista!

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CAFÉ E REDUÇÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS

Dr. Vinícius Graton - Nutricionista CRN9.9877 - Nutrição Clínica e Nutrição Esportiva - Contato (34) 3255-1237 ou 3231-8655
Dr. Vinícius Graton – Nutricionista CRN9.9877 – Nutrição Clínica e Nutrição Esportiva – Contato (34) 3255-1237 ou 3231-8655

Evidências científicas sugerem que beber de três a cinco xícaras de café por dia pode ajudar as pessoas a viverem mais tempo segundo pesquisa publicada no “The Independent”. A pesquisa conclui que existe uma grande ligação entre o consumo regular de café com a redução do risco de doenças crônicas, como as doenças cardíacas por exemplo, independente de se beber o café normal ou o café descafeinado. A conclusão veio do levantamento de conceituados estudos: Escola de Harvard de Saúde Pública, Hospital Brigham and Women, Universidade da Indiana, Universidade Autonoma de Madrid e da Universidade Nacional de Cingapura.

Texto: Dr. Vinícius Graton – Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica.

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NÃO BEBA CAFÉ EM COPO DE PLÁSTICO

Pesquisa realizada pelo Instituto de Química da Universidade Federal da Bahia (UFBA) revela que a quantidade de estireno presente nos copos descartáveis é “parcialmente” acima do recomendado pelo Ministério da Saúde.

Os copos plásticos possuem poliestireno (que é um derivado do petróleo) que submetido ao calor libera o estireno, um agente cancerígeno. O contato com o estireno ocorre no momento em que vc bebe o liquido quente, no caso, o café! Além do estireno, o plástico presente em utensílios de plástico e no revestimento interno de embalagens de comidas e bebidas libera, especialmente quando aquecido, uma substância chamada bisfenol A.
O bisfenol é uma toxina que migra para os alimentos e pode então ser ingerido, e que leva a uma série de alterações no metabolismo, como ganho de peso e gordura corporal, dores de cabeça freqüentes, hiperatividade ou agressividade, alteração do crescimento infantil, maturação sexual precoce, dificuldade em engravidar e infertilidade masculina.

Homem morre após overdose de cafeína

A cafeína, um estimulante aparentemente benigno encontrado no café, bebidas energéticas, refrigerantes e até mesmo no chocolate, tem sido associado à morte de um homem de 23 anos, britânico, que teria consumido uma dose de cafeína em pó possivelmente comprada na internet.

Em setembro, um homem de Kentucky assassinou sua esposa. Este atribuiu seu descontrole à cafeína, defendendo-se alegando que havia consumido várias doses de bebidas energéticas e pílulas de emagrecimento, levando-o a se tornar mentalmente instável.

Em outubro, uma série de casos de envenenamento por álcool na universidade dos EUA foram atribuídas a bebidas cafeinadas de licor e malte. Neste caso, 10 estudantes foram levados às pressas para o hospital depois de tomarem várias doses da bebida. Após o fato, os administradores da faculdade decidiram banir não apenas as bebidas alcoólicas mas também todas as bebidas cafeinadas.

Na semana passada, de acordo com a AOL Saúde, Michael Lee Bedford, um homem britânico, teria morrido após ter consumido algumas colheres de cafeína em pó em uma festa. Os exames mostraram que a quantidade de cafeína presente no corpo do britânico, equivaleria algo em torno de 70 latinhas de bebidas energéticas. Uma dose letal de cafeína seria de cerca de 10.000 miligramas.

Texto: Dr. Vinícius Graton Costa – Nutricionista.

Consumo de cafeína X desempenho


O consumo de café e bebidas cafeínadas é um hábito de diversos países, sendo que muitas vezes, as pessoas recorrem a esta bebida, devido ao efeito que a cafeína exerce no organismo.

Sendo assim, pesquisas foram desenvolvidas com o objetivo de verificar quais são os efeitos da cafeína no organismo, assim como estudo recente que comparou o efeito de uma bebida esportiva cafeínada frente a uma bebida carboidratada comercial sobre a performance durante a execução de testes físico-motores de habilidades específicas do futebol. De acordo com os resultados, ambas as bebidas não foram capazes de melhorar o desempenho na execução do teste de agilidade após a partida. Porém, a bebida cafeínada proporcionou um efeito ergogênico para jogadores de futebol, aumentando a potência de membros inferiores relacionada com a força explosiva, porém, quanto à agilidade não foi possível identificar vantagens no desempenho.

Outro estudo avaliou o efeito do consumo agudo de cafeína sobre a oxidação de lipídeos e desempenho durante o exercício aeróbico. De acordo com os resultados a cafeína não aumentou a oxidação de lipídeos nem o desempenho de indivíduos jovens do sexo masculino.

A avaliação dos efeitos esperados pelo consumo da cafeína é de extrema importância, uma vez que seu consumo é relacionado com diversos benefícios pela população de forma geral. Porém, de acordo com os resultados dos estudos, esses efeitos muitas vezes não são alcançados, sendo indicado o consumo moderado de cafeína.

Fonte: Revista Nutrição em Pauta.

FDA pede aos consumidores para evitar o café afrodisíaco


A Food and Drug Administration, pediu neste sábado aos consumidores que evitem o produto de café instantâneo que está sendo comercializado como afrodisíaco sexual, dizendo que este poderia deixar a pressão sanguínea perigosamente baixa.

Em um comunicado, a FDA disse à Magic Power que o café contém uma sbustância química que pode interagir com alguns medicamentos e reduzir significativamente a pressão sanguínea. Quando a pressão arterial cai, o cérebro é privado de um adequado suprimento sanguíneo, podendo levar a pessoa a sentir sintomas como tonturas e vertigens.

“Isso porque este é um produto de café instantâneo rotulado como um suplemento dietético “natural”, os consumidores podem acreditar desta forma que o produto é inofensivo e que não representa qualquer risco para a saúde”, disse o autor de Deborah M.. diretor do centro do FDA para avaliação da droga e da Investigação, Office of Compliance. “Na verdade, o Magic Power café pode causar sérios danos à saúde.

O Magic Power café é vendido em sites de Internet por vários distribuidores independentes. Os consumidores e os profissionais de saúde deverão comunicar os problemas para o programa do FDA MedWatch ou ANVISA.

Texto: Vinícius Graton – nutricionista.
nutricaosadia@yahoo.com.br

Melhore você também sua atenção e raciocínio


Texto: Dr. Vinícius Graton

A cafeína é uma substância que faz parte de muitas bebidas consumidas durante o dia-a-dia. Agora, um recente estudo confirmou a teoria de que a cafeína seria perfeita para nos alertarmos. De acordo com o estudo realizado pela Escola de Medicina Tropical do Centro de Cochrane, a substância também melhoraria a capacidade de raciocínio, memória, orientação e atenção.

Eles chegaram a essa conclusão depois de submeter um grupo de pessoas com o ciclo de sono perturbado a uma série de testes que medem a eficácia de determinadas tarefas. A sonolência pode levar a uma deterioração no desempenho das pessoas, de acordo com o relatório do inquérito. A síndrome do “jet lag” (depois de cruzar vários fusos horários em poucas horas) e distúrbios do sono, devido à jornada de trabalho, seriam alguns dos distúrbios do ritmo circadiano, ou seja, os ritmos biológicos.

Estes transtornos causam sonolência, porque obriga o indivíduo a operar em horários diferentes aos do seu próprio ritmo. As variáveis para os testes foram o impacto da cafeína, um placebo e uma soneca. Entre os resultados, foi observado que a cafeína reduziu significativamente a incidência de erros. Os pesquisadores concluíram que a cafeína pode melhorar o desempenho daquelas pessoas que trabalham a noite, mas não se elimina o risco de lesões.

Quais são os fatores que podem diminuir a absorção do cálcio?

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Dr. Vinícius Graton é Nutricionista e Especialista em Nutrição Clínica.

Dentre eles a carência de vitamina D, fatores antinutricionais presentes no alimento, consumo excessivo de fibras, certos medicamentos, estresse físico ou mental e o envelhecimento. A vitamina D, cuja fonte alimentar mais abundante são os óleos de peixes, pode ser obtida facilmente pela exposição da nossa pele ao sol. Quando ocorre a deficiência desta vitamina, a absorção do cálcio é inibida. Por isso, é muito saudável tomar sol, preferencialmente antes das 10 horas da manhã ou após às 4 da tarde.

Fatores antinutricionais como o ácido oxálico e o ácido fítico encontrados em certos vegetais (espinafre, ruibarbo, acelga, folha de beterraba, cacau), podem também comprometer a boa absorção do mineral.

Bebidas ricas em cafeína (café, chá preto e refrigerantes do tipo cola) também são capazes de diminuir a absorção de cálcio, assim como o excesso de fosfatos presentes em bebidas gasosas, que pode alterar o balanço cálcio/fósforo, invertendo-o, com predomínio do fósforo, o que impede a absorção do cálcio.

É importante salientar que esses alimentos somente comprometerão a biodisponibilidade do cálcio se ingeridos em excesso.

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Café e antioxidantes? Confira!

O consumo de frutas e vegetais reduz a incidência de doenças crônicas degenerativas, como câncer, diabetes, cardiopatias, dentre outros. Mas qual seria a contribuição de vários grupos alimentares na ingestão total de antioxidantes e sua relação com antioxidantes plasmáticos? Trabalho norueguês que acaba de ser publicado mostra que, surpreendentemente, o café foi o principal contribuidor para a ingestão total de antioxidantes e que o consumo total de antioxidantes aumentou os níveis de antioxidantes plasmáticos de luteína (pigmento amarelo encontrado na gema do ovo), zeaxantina e licopeno (tipos de caroteno), pois foram os antioxidantes menos ingeridos na dieta. Antioxidantes podem proteger contra dano oxidativo neutralizando diretamente as reações oxidantes ou modulando a expressão de genes que contribuem para o estresse oxidativo. Alguns exemplos de antioxidantes são: betacaroteno, encontrado em vegetais e frutas, alfa-tocoferol (vitamina E) e vitamina C, presentes em frutas, vegetais, cereais, vinho, chá e café.

Participaram do estudo 61 adultos, com uma média de 59 anos de idade, todos com alto risco para desenvolver doenças cardiovasculares. Durante sete dias consecutivos, a dieta deles foi monitorada, sendo que a ingestão alimentar nesses dias foi a habitual. Foi coletado sangue e medidos peso e altura. Também foram avaliadas a ingestão alimentar de 2.672 noruegueses pertencentes a trabalho já realizado anteriormente, para servir como controle. A coleta de dados sobre a ingestão alimentar se deu por meio de questionário de freqüência alimentar, não sendo realizado exame de sangue.

O consumo de cerca de 480 ml de café contribuiu para 64% da ingestão total de antioxidantes, os cereais contribuíram para 5%, as frutas com 11%, os sucos de frutas com 2%, os vegetais com 2%, o chá com 8%, o vinho com 5% e outros alimentos com 5%, no grupo acompanhado por sete dias. Esses valores não foram muito diferente no grupo controle: o café contribuiu com 68% na ingestão total de antioxidantes, os cereais com 4%, as frutas com 7%, os sucos de frutas com 2%, os vegetais com 2%, o chá com 9%, o vinho com 2% e os outros alimentos com 8%. Ou seja, o grupo estudado pode ser tomado como representativo da população norueguesa. “É esperado que antioxidantes de variados grupos alimentares tenham diferentes biodisponibilidades. Por isso, analisamos antioxidantes em diversos indivíduos e concordamos com a hipótese de que os antioxidantes trabalham em conjunto, contribuindo, todos, para a defesa do organismo”, avaliam os autores.

Estudo indica que café não cura ressaca


Diferente do que era pensado, apesar dos muitos benefícios do café, curar ressaca não é um deles. Um estudo publicado na revista Behavioural Neuroscience desmentiu essa tese, que era adotada por muitos ‘beberrões’.

O café não tem poder de cortar os efeitos do álcool!

O trabalho, realizado com ratos de laboratório, revelou que apesar de o café proporcionar uma sensação de recuperação dos sentidos, isso não passa de uma ilusão, e na verdade, a ingestão de cafeína (seja em café ou em qualquer outra bebida) pode aumentar o risco de intoxicação.

O Dr. Thomas Gould, da Universidade de Temple, na Filadélfia, afirmou que é necessário desvincular o café com a sobriedade: “É importante que esse mito seja quebrado, porque a combinação de cafeína e álcool pode levar a situações de perigo com conseqüências desastrosas”, explicou.

Segundo Gould, é mais provável que uma pessoa que consumiu álcool e que esteja se sentindo cansada reconheça que não está bem e evite dirigir, por exemplo, do que outro alguém que se sinta elétrico e disposto.

Por isso, o melhor a fazer é esperar o efeito do álcool passar para não colocar em risco nem a vida e nem a saúde, e tomar o seu cafezinho depois.

Consumo excessivo de café aumenta o risco de arritmias cardíacas, diz estudo

Diversos estudos indicam que o consumo de café pode trazer muitos benefícios para a saúde, incluindo a prevenção a problemas cardíacos e à doença de Alzheimer. Porém um novo estudo apresentado este mês no encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia indica que o consumo excessivo da bebida sem uma alimentação saudável aumenta os riscos de fibrilação atrial, uma das formas mais comuns de distúrbio no ritmo cardíaco, que aumenta o risco de derrames e outros problemas cardiovasculares.

Comparando a dieta de pacientes diagnosticados com a arritmia cardíaca com a alimentação de pessoas sem o problema, os pesquisadores notaram que os pacientes com fibrilação atrial eram menos propensos a seguir uma dieta mediterrânea – rica em frutas, hortaliças, peixe, grãos integrais e azeite de oliva – e consumiam a maior parte de seus antioxidantes através do café, enquanto o outro grupo ingeria mais frutas e verduras.

De acordo com os pesquisadores os maiores bebedores de café tinham mais chances de ter fibrilação atrial do que aqueles que consumiam menos cafeína. “Nosso estudo sugere que o consumo excessivo de café aumenta o risco de arritmias em pessoas sem doença cardíaca aparente”, conclui a especialista Anna Vittoria Mattioli, da Universidade de Modena, na Itália.

Fonte: European Society of Cardiology.
Fotografia Ilustrativa: Chayanne Joël

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Aroma de café estimula áreas de prazer no cérebro

Bebida tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato.

O café virou mania no mundo inteiro. Mais ainda, entre os brasileiros. Acredite: os brasileiros tomam 430 milhões de cafezinhos por dia. E é esse consumo que está despertando a atenção de pesquisadores. Um centro de neurociências do Rio de Janeiro quer analisar a ação do café no cérebro, começando pelo aroma. É que, nesse aspecto, segundo os pesquisadores, não existe substância mais rica na natureza.

“Se a gente comparar o café, por exemplo, com o vinho ou com os perfumes, ele é mais rico no perfil de aromas do que qualquer uma dessas substâncias. O café tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato”, diz o neurocientista Jorge Moll, da Rede Labs D’Or.

A corretora de imóveis Karen e o físico Miatã são pessoas que apreciam um bom café. Os dois fazem parte do grupo de voluntários da pesquisa. O cérebro de cada um está sendo mapeado em exames de ressonância magnética de alta qualidade. Os pesquisadores adaptaram um equipamento de anestesia para levar o aroma até os voluntários, que devem permanecer imóveis dentro do aparelho. A diferença é que, em vez de anestésico, eles inalam café enquanto são examinados.

“Podemos detectar o efeito do café em vários circuitos cerebrais. A primeira região é a da percepção olfativa, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido. Qualquer tipo de cheiro ativa essa região”, explica doutor Jorge Moll.

O efeito é bem claro: qualquer cheiro é capaz de ativar os pontos. O que chama mesmo a atenção dos pesquisadores é a potência com que o aroma do café atinge, também, outras regiões do cérebro.

“A ativação das áreas do prazer acontece no tronco cerebral. São áreas que respondem fortemente a estímulos prazerosos. De certa forma, foi surpreendente ver que mesmo um aroma sutil, entregue através de vários tubos dentro de um aparelho de ressonância magnética, ativa de forma tão robusta essas regiões do prazer”, revela doutor Jorge Moll. “As áreas chamadas áreas do prazer e da recompensa são ativadas por diversos estímulos prazerosos. Até a música prazerosa, por exemplo, ativa essas regiões. Sexo e diversos tipos de prazer são ativos nessas regiões, que são ricas em dopamina”, completa.

Café, sexo, drogas e rock and roll? O estudo ainda vai longe. Se mexe tanto com o prazer humano, poderia o café ser fonte de um remédio natural e eficiente para promover a felicidade? A chamada medicina das emoções deve estar bem interessada nisso.

Foto Ilustrativa: http://www.flickr.com/photos/marcosarruda/2964525653/
Fonte: GloboReporter 


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Coador de pano deve ser guardado na geladeira

Medida evita a proliferação de bactérias. Além disso, o coador de pano deve ser lavado sem sabão e trocado a cada mês. Confira as dicas de uma especialista para fazer um bom cafezinho.

Mais ou menos torrado, forte ou suave, o campeão na preferência nacional continua sendo o de coador. Mas o café nosso de cada dia também pode ser expresso, capuccino, há quem prefira a cafeteira italiana. Seja qual for a variedade, a procedência, a qualidade, o preço do café que se compra, existem alguns cuidados básicos para melhorar a bebida preparada em casa. Com a palavra, uma especialista, ou barista, o nome da profissão de Cleia Junqueira, do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo (Sindicafé). Ela conhece e ama o café e não gosta de ver o produto maltratado.

“O café não tem nada de simples. É uma bebida extremamente delicada. Eu interfiro totalmente no preparo dela. Errar no preparo de um café é a coisa mais fácil que existe”, diz Cleia.

Vamos, então, a algumas regrinhas básicas, começando pelo clássico coador de pano. Se for novo, ele precisa ser curtido, em uma mistura de café e água fervendo. E tem prazo de validade.

“O coador de pano tem validade de um mês. Se fizer café todo dia no mesmo coador de pano, depois de um mês, tem que trocar. Não dá para herdar o coador de pano da avó”, orienta Cleia.

Enquanto estiver em uso, a dica, entre um café e outro, é lavar sem sabão e guardar em um recipiente com água na geladeira, para não criar bactérias.

Dúvida importante: coador de pano ou filtro de papel? Tanto faz, diz Cleia. Segundo ela, a única diferença é que, no papel, a água passa mais rápido. E é bom lembrar: esses filtros não devem ser reutilizados. São descartáveis mesmo.

Quanto à água, em qualquer caso, Cleia recomenda que seja filtrada. E um detalhe fundamental: ela deve ser aquecida, mas não fervida. O ponto certo é quando apenas começa a borbulhar. “O ponto ideal é o café que não queima a língua. Assim, a água não queima o pó do café. Você vai tomar uma bebida muito aromática e saborosa”, garante Cleia.

A quantidade de pó depende de gosto, mas existe uma medida padrão. “Usamos de seis a oito colheres de sopa de pó para um litro de água. Para meio litro, de três a quatro”, diz Cleia.

A barista deixa tudo escaldado em água quente. “Esquentar a xícara e o bule faz diferença, porque você está preparando o recipiente para receber uma bebida quente”, explica.

Na hora de preparar o café, a água deve ser jogada em fio sobre o pó. E nada de mexer ou misturar com a colher. Outro erro é guardar café adoçado em garrafa térmica. “Com o tempo, o café vai perdendo o gosto agradável. O café vai oxidando e fica aquele gosto de café requentado. Se colocarmos o café coado em uma garrafa térmica, ele vai ter validade de uma hora. Uma boa dica talvez seja fazer em menores quantidades, mais vezes”, diz Cleia.

O ideal, para saborear o café, é não usar açúcar. Claro que esse não é o gosto da maioria. Mas para quem quiser experimentar, Cleia sugere: “Dê o primeiro gole sem açúcar e depois adoce. Depois, você toma dois golinhos sem açúcar e assim vai aprendendo a tomar café de maneiras diferentes”.

Dicas de armazenamento: nunca misturar o pó de café novo com aquele restinho do antigo. E o recipiente deve ser escuro. O melhor é uma lata, conservada em geladeira. “A geladeira ajuda a conservar melhor as propriedades do café. Em uma embalagem hermeticamente fechada, ele não vai umedecer. Se eu guardar o café em um pacote mal vedado, o pó vai umedecer e absorver todos os outros aromas da geladeira. Não é que estrague, porque café não estraga. Mas o aroma e o sabor vão ser alterados”, explica Cleia.

Vídeo:
http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf

Fonte: GloboReporter

Café, chás, sucos no lugar de leite materno

Estudo do Ministério da Saúde mostra que crianças recebem outros tipos de alimentos nos primeiros seis meses de vida, quando o aleitamento materno exclusivo é recomendado

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra introdução precoce de outros líquidos que não seja o leite materno na alimentação do bebê. Água (60,4%), chás (16,5%), sucos (37%) e outros leites (48,8%) foram oferecidos às crianças já nos seis primeiros meses de vida, período em que o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam aleitamento materno exclusivo. Além dessas bebidas, foi constatada a ingestão de alimentos não saudáveis como bolachas, refrigerantes e café por crianças com menos de 12 meses. O levantamento foi feito em 27 capitais e em outros 239 municípios, o que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças.

Cerca de 1/4 das crianças, entre 3 e 6 meses, já consumiam comida salgada (21%) e frutas em pedaço ou amassadas (24,4%). A Região Sudeste foi a que apresentou maior percentual de crianças recebendo comida salgada entre 3 e 6 meses de idade (28,9%), superando em mais de três vezes a Região Norte (8,9%).
Em contrapartida, cerca 27% das crianças entre 6 e 9 meses, período no qual se recomenda a introdução de alimentos sólidos/semi-sólidos na dieta da criança, não recebiam comida salgada. A Região Sudeste também foi a que mais as crianças recebem frutas precocemente, entre 3 e 6 meses (28,3%). A região Norte apresentou o menor índice (17,5%).

REFRIGERANTES E SALGADINHOS – Em relação aos marcadores de alimentação não saudável, constatou-se consumo elevado, em crianças entre 9 e 12 meses, de café (8,7%), de refrigerantes (11,6%) e, especialmente, de bolachas e/ou salgadinhos (71,7%).

A recomendação do Ministério da Saúde é que o bebê deve se alimentar exclusivamente de leite materno até seis meses de idade. Não há necessidade nem de ingestão de água. Após essa idade, ao introduzir água, por exemplo, deve ser dada em copo e não em mamadeira. Pois tanto a chupeta e a mamadeira acostumam o bebê a sugar de maneira diferente, o que influencia na sucção do leite.

CAMPANHA – Esses e outros dados fazem parte da II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e DF (PPAM), divulgada durante a Semana Mundial de Amamentação (veja outros dados do estudo, relacionados à amamentação, no Portal Saúde www.saude.gov.br). O estudo está sendo lançado em função do lançamento da nova edição da Campanha de Aleitamento Materno, durante a 18ª Semana Mundial da Amamentação (SMAM), de 1º a 7 de agosto.

Com o slogan “Amamentação em todos os momentos. Mais saúde, carinho e proteção”, a campanha do Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) defende a amamentação como resposta às situações de emergência, como enchentes, secas e outras catástrofes naturais. O tema foi definido pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA, sigla em inglês).
Outros dados da pesquisa (www.saude.gov.br)

– Uso de Chupeta
Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, entre 1999 e 2008, houve redução expressiva do uso de chupeta em crianças menores de 12 meses. Em 1999, 57,7% dos bebês menores de 12 meses usavam chupeta no país. No ano passado, esse percentual caiu para 42,6%, uma variação de 15,1%.

– Uso de Mamadeira
Na pesquisa de 2008, verificou-se que, para o total das crianças menores de 12 meses analisadas, foi freqüente também o uso de mamadeira (58,4%). O uso de mamadeira (veja quadro abaixo) foi mais registrado na região Sudeste (63,8%) e menos freqüente na região Norte (50,0%). Foi a primeira vez que o dado, uso de mamadeira, foi analisado pelo Ministério da Saúde

– Aleitamento Materno
Pesquisa mostra que o tempo médio do período de Aleitamento Materno (AM) no país aumentou um mês e meio: passou de 296 dias, em 1999, para 342 dias, em 2008, nas capitais e Distrito Federal.

– Aleitamento materno exclusivo
O estudo também revelou um aumento do índice de Aleitamento Materno Exclusivo (AME) em crianças menores de quatro meses. Em 1999, era de 35%, passando para 52% em 2008. Outro resultado importante está relacionado com o aumento, em média, de um mês na duração do Aleitamento Materno Exclusivo (AME) nas capitais e Distrito Federal. Em 1999, a duração do AME era de 24 dias e, em 2008, passou a ser de 54 dias – ou seja, mais que dobrou.

Fonte: Ministério da Saúde.

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