ADOÇANTES NATURAIS X ADOÇANTES ARTIFICIAIS

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Nutrição Clínica & Nutrição Esportiva Dr. VInícius Graton (34)3255-1237

Logo quando surgiram no mercado, os adoçantes eram restritos a pessoas com distúrbios orgânicos como o diabetes. Mas, com o passar do tempo, eles ganharam as prateleiras dos mercados e as mesas de uma grande parcela da população. Hoje, além de diabéticos, muitas pessoas que desejam perder peso, ou mesmo substituir o açúcar na alimentação recorrem às várias opções de adoçantes disponíveis. Eles são classificados em dois tipos: adoçantes naturais e adoçantes artificiais ou sintéticos.

ADOÇANTES NATURAIS
Os adoçantes naturais são edulcorantes obtidos a partir de plantas ou alimentos de origem animal e não passam por nenhum tipo de reação química. Eles podem conter calorias, mas sua capacidade de adoçar é muito superior a do açúcar (Sacarose), por isso são ingeridos em menores quantidades. Entre eles, podemos citar a frutose, o sorbitol, o manitol, a lactose, a tagatose, a stévia e o agave azul.

Frutose
Com um poder de adoção 170 vezes maior que o da sacarose, a frutose é encontrada em frutas e também no mel. E como o seu consumo junto às refeições não altera a glicemia, ela pode ser consumida por diabéticos.

Sorbitol
É obtido a partir da redução da Glicose e adoça cerca 50 a 70% mais que a Sacarose.

Manitol
O Manitol é produzido a partir da redução da Frutose e também pode adoçar cerca de 50 a 70% mais que o açúcar comum.

Lactose
A lactose é extraída do leite, é muito utilizada em adoçantes de mesa e é cerca de 15 vezes mais doce que a Sacarose.

Tagatose
É produzida a partir da lactose, geralmente é misturada a outros edulcorantes.

Estevisídeo (Stévia)
O Estevisídeo é extraído de uma planta chamada Stévia Rebaudiana e é cerca de 300 vezes mais doce que a açúcar. O consumo desse adoçante natural não gera nenhum efeito colateral, por isso, o Estevisídeo é o mais recomendado para o consumo.

Agave Azul
Planta suculenta de origem mexicana, o agave azul fornece um adoçante natural e orgânico que apresenta maior poder de dulçor que o açúcar comum.
Rico em açúcares mais nobres, como frutose e dextrose, o agave possui baixo índice glicêmico. A calda de agave pode ser utilizada em qualquer receita de forma natural e saudável, mas não é indicada para diabéticos.

ADOÇANTES ARTIFICIAIS
Os adoçantes artificiais são produzidos a partir de reações químicas desenvolvidas em laboratório. Alguns estudos indicam que o consumo desses adoçantes pode favorecer o desenvolvimento da diabetes tipo 2 e a síndrome metabólica. Entre os adoçantes artificiais estão o ciclamato, a sacarina, a sucralose e o aspartame.

Ciclamato
Apesar do sabor semelhante ao do açúcar, o Ciclamato é cerca de 40 vezes mais doce. A sua fórmula é estável a temperaturas altas e baixas, ou seja, pode ser usado em receitas que vão ao forno ou geladeira, sem perder o dulçor.

Sacarina
A Sacarina é um derivado do petróleo descoberto em 1879. Ela não é metabolizada pelo nosso organismo, por tanto é eliminada sem nenhuma alteração. O seu poder adoçante é 300 vezes maior que o do açúcar comum.

Sucralose
Único adoçante derivado da própria Sacarose, a Sucralose adoça 600 vezes mais que o açúcar comum. Ela pode ser consumida por diabéticos, gestantes e crianças.

Aspartame
O Aspartame é 200 vezes mais doce que a Sacarose, mas é instável a temperaturas acima dos 100°C. Ele é o adoçante mais associado a efeitos colaterais, como reações alérgicas alimentares, dores de cabeça, enxaqueca, diabetes, entre muitos outros. E o seu consumo é contraindicado para pessoas que possuem Fenilcetonúria.

ADOÇANTES JASMINE
Na nossa linha de adoçantes, você encontra somente adoçantes naturais, como o Stevine, feito a base da folha da Stévia, e a Calda de Agave Azul, que é obtida a partir da própria Agave Azul. Além disso, todos os nossos produtos Diet são adoçados com edulcorantes naturais.

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